terça-feira, fevereiro 03, 2009
domingo, dezembro 07, 2008
Em cena "A Noite Antes da Floresta"

“A NOITE ANTES DA FLORESTA ”
De Bernard-Marie Koltés e encenação de José
De
Espectáculo para maiores 16 anos
Duração 60 minutos
Na AERSET (Ex. Banco de Portugal)
Av. Luísa Todi, 119
2900 Setúbal
Bilhetes: 7€
Sinopse
A peça de Bernard-Marie Koltés, apresenta o encontro de dois seres que vagueiam na noite, estrangeiros e marginalizados. Numa esquina de uma cidade qualquer, um homem que, sem ter para onde ir e completamente ensopado pela chuva, tenta comunicar com outro homem na rua, estabelecer um contacto humano em condições desumanas de sobrevivência. Quem será esse interlocutor? Pode ser o próprio espectador ou ainda um duplo do personagem, um espectro?
A Noite Antes da Floresta é uma descida aos infernos, é a voz de um imigrante de um marginal de um excluído.
Não sabemos o seu nome, nem quem é, somente que está sozinho e que fala, fala sem parar. Um vigoroso grito de amor que se perde numa noite fria e chuvosa.
Breves palavras sobre a Encenação
Um monólogo que tenha a capacidade empática com o público, abanando-o na sua consciência de humanos e de intervenientes nesta sociedade humana, muitas vezes desumanizada, indiferente e pouco solidária onde a xenofobia e a exclusão são a sua expressão mais visível, é o desafio estético e interpretativo que nos propomos vencer, trocando os nossos sapatos de primeiro mundo por chinelos de dedo, na luta intima por uma nova humanidade.
As dificuldades de interpretação do próprio texto, pela sua natureza e de grande complexidade na composição da personagem, levam-nos para soluções estéticas muito difíceis de concretizar a nível técnico o que torna tudo ainda mais apaixonante.
Não posso deixar de referir a dedicação de
José
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:
Bernard-Marie Koltés | Autor, dramaturgo francês da segunda metade do século XX um dos mais representados actualmente no mundo. Inicialmente marginalizado, Koltés (1948-1989) hoje é considerado um autor brilhante cujo teatro também pode ser lido como poesia moderna. Criador de linguagem única, tanto literária como coloquial, urbana e corrosiva. Oferece-nos um mundo de luz e sombras incendiado por gritos, golpes, feridas e também tentativas, possibilidades e esperanças. Um mundo de dualidade, de solidão, de humanidade desumanizada. Autor dos esquecidos, dos anónimos, dos solitários, dos assassinos, dando-lhes a palavra para que denunciem sua crua e profunda realidade, suas ilusões e desenganos. Koltés trabalha com o que está à margem, com lugares sem nome, resgatando consciências, o simbólico, o metafísico. Fala de exclusão social, da solidão levada a um extremo desesperante. Todo o seu trabalho é pontuado pela marginalidade que ataca a sociedade fechada nos seus preconceitos e valores. De personalidade complexa, homem de existência vertiginosa e que dos 18 aos 25 anos viajou como quem pratica uma aprendizagem necessária, pensou acertadamente que esta experiência lhe serviria para toda uma vida dedicada à literatura, embora em princípio acreditava que faria poemas ou novelas. “Meu desejo maior é escrever novelas. Se não o faço é porque não teria como viver”, declarou. Nos anos 70, desencantado com um sistema desalmado de vida e uma cultura de violência, passou por drogas, depressão, uma tentativa de suicídio e por um processo de desintoxicação. Depois de ver
Nascido em Metz, filho de um coronel do exército, militante do partido comunista, homossexual, Koltés funda a companhia Théâtre du Quai, estreando oficialmente em 1977 no Festival Off de Avignon com o monólogo A Noite Antes da Floresta (
No entanto, somente depois de sua morte prematura em Paris aos 41 anos, que Koltés começou a ser reconhecido verdadeiramente como dramaturgo, tanto na França como no estrangeiro, tornando-se um clássico do reportório contemporâneo. Considerado por Heiner Muller o Shakespeare de nosso século, traduzido em mais de trinta línguas, encenado em cerca de cinquenta países. Podemos considerar as suas peças como tragédias modernas que nos tocam e desequilibram-nos com uma linguagem inovadora e privilegiada, uma preciosidade num momento em que se corre o risco do teatro descambar para comédias burlescas e banais de consumo rápido.
José
Fez várias cursos, dentro dos quais, Direcção Técnica de Espectáculos, orientado por Jean-Guy Lecat (Director Técnico de Peter Brook), cursos de encenação promovidos pelo Inatel (
Interpretou entre outras as seguintes peças: Teatro nacional de São Carlos “Tosca” de Giacomo Puccini (2008); Escola da Noite “Na Estrada Real” de Anton Tchékhov com encenação de António Augusto Barros (2007); Teatro Mundial Escolinha de Música uma produção da Média Capital com encenação de Almeno Gonçalves (2006); no Teatro da Trindade (2003) “Viriato” de Freitas do Amaral com encenação de Fraga; no Teatro O Bando (2001 e 2002) “Pino do Verão” a partir de textos de Eugénio de Andrade com encenação de João Brites; no
Leonardo Silva | Realizador, nasceu e vive em Setúbal, sempre gostou de escrever e foi um apaixonado pela magia do grande écran. Quando acabou o ensino secundário decidiu trabalhar como forma de emancipação monetária, o mercado não o permitiu, voltou a estudar, optando pelo seu sonho que é o cinema. Formou-se técnico profissional de realização na Academia em Lisboa, e, desde aí, faz o seu “oficio”, sempre que a alternância da condição de desempregado e trabalhador precário o permita. Realizou e participou entre outras: - “Festróia” Realização e Montagem do vídeo institucional (2004); “Viktor” Realização, Argumento e Montagem da curta-metragem (2005); “Para a frente se anda para trás...” Direcção de Fotografia da curta-metragem (2005) produções MDV. - “O Teu Olhar” e “Baía das Mulheres” estágios como 2º assistente de realização nas novelas (2004) produção NBP. - “Setúbal o quê?” assistente de realização e operador de camera, do documentário, produção NYCityFilms / Neocirka (Panorama Festroia). - “Pão e Circo” Realização e Montagem do vídeo publicitário do espectáculo (2004); “Malus” assistente de fotografia e som na curta-metragem (2007) (1º lugar Curtas Sapo/Festroia); “Anita” assistência técnica da curta-metragem (2007), produções NeoCirka CRL. - “
Produção integrada no Festival de Teatro 2008/ “X
Patrocínio: Câmara Municipal de Setúbal
Apoios: AERSET, Projecto Lança
Apoios à Divulgação: O Setubalense, Correio de Setúbal/Sem+Mais Jornal e Setúbal na Rede
quarta-feira, setembro 10, 2008
Balanço da 10ª edição da Festa do Teatro
Não podemos deixar de referir que o público da “Festa do Teatro” não se constitui exclusivamente de setubalenses, mas um público que vem também de fora, juntando-se à comunidade local e contribuindo para que esta festa seja, cada vez mais, pautada de qualidade e singularidade, não residindo só na programação eclética e diversificada, mas sobretudo no contributo dado por cada um dos espectáculos e também das pessoas que viram, participaram e protagonizaram a “X Festa do Teatro”.
A Cidade de Setúbal, desde os espaços convencionais aos não convencionais, transbordou de Teatro, Curtas-metragens, Ateliers e exposições, tendo como pano de Fundo “O Teatro”.
A Festa iniciou com o Teatro ao Largo no parque do Bonfim, um espectáculo bem divertido e energético, a Festa voltou a este espaço com o Teatro das Beiras, que também nos deliciou de uma forma popular e enérgica, num conflito entre o velho e o novo, o tradicional e o inovador, o antigo e o moderno, com toda a força de um choque frontal, tudo isto em conformidade com a natureza.
O nosso mítico Largo do Sapalinho foi um dos palcos escolhidos, este ano, para o Festival, o qual pensamos manter em edições futuras, não podendo deixar de salientar o bom acolhimento que tivemos por parte da população. Neste espaço decorreu o espectáculo “As Pequenas Cerimónias”, uma produção do Fiar/ Centro de Artes de Rua de Palmela, que encantou todos aqueles que tiveram a possibilidade de assistir, numa proximidade com o público, proporcionando a escuta da respiração do actor e da marioneta, num elogio ao mecanismo e à sua desmistificação. No Largo do Sapalinho assistimos ainda à esplendorosa actuação do Cuarteto Maravilla de Espanha/Sevilha, que encheu este belo largo numa constante de risos e aplausos ao longo de 60 minutos.
No Teatro de Bolso tivemos o TAS, com o espectáculo “No Parapeito da Ponte”, um texto de humor negro, que aborda a problemática da sociedade contemporânea. O Teatro dos Aloés, no mesmo local, trouxe-nos um espectáculo onde o absurdo marcou encontro com o humor, que nos fez reflectir sobre a nossa sociedade, onde o confronto de Culturas está latente.
O Teatro O Bando mais uma vez esteve presente no Festival, com o “Grão de Bico” que decorreu numa Tenda montada no pátio da Escola Sebastião da Gama, em que a chuva também fez questão de estar presente, mas nem por isso desmotivou o público, que calorosamente encheu a Tenda e pena foi que alguns espectadores ficassem de fora.
Na Escola Sebastião da Gama, num auditório construído dentro do Ginásio, se acolheu o Teatro Estúdio Fontenova, com a sua mais recente produção, “A Noite Antes da Floresta”, uma descida aos infernos na voz de um imigrante, de um marginal, de um excluído, num grito de amor que se perde numa noite fria e chuvosa, numa sociedade muitas vezes desumanizada, indiferente e pouco solidária, onde a xenofobia e a exclusão são a expressão mais visível. Bem visível foi o caloroso público que assistiu à estreia, irrompendo de aplausos e bravos, espectáculo que voltou no dia seguinte, aqui também foram vários os que não conseguiram entrar.
A “Festa do Teatro” encerrou de uma forma brilhante, com a ESTE/Estação Teatral da Beira Interior, onde a comunicação aconteceu de uma maneira directa, onde o teatro se fez com o espectador, o gesto, o movimento, a acção e a música dos bombos e pífaro, com o público a responder de uma forma verdadeiramente entusiasta e, só não ficaram espectadores de fora, porque este espectáculo permitiu que pudesse ser visto da galeria do Ginásio.
Mas este festival só foi possível com as sinergias de muitos.
Uma Equipa constituída: Leonardo Silva; Júlio Mendão; Bruno Moreira; António Machado; Mário Pereira; Manuel Ernesto; Nuno Moura; Alexandre Costa; Patrícia Coelho; José Luís Neto; Eduardo Dias; Mónica Martins; Sandra Ferras; Paula Guerra; Madalena Fialho e Anita Vilar.
Patrocínio:
Câmara Municipal de Setúbal
Apoios Financeiros:
Governo Civil de Setúbal, as Juntas de Freguesia de Nossa S.ª da Anunciada, de S. Julião, de Sta. Maria da Graça, AVSET e a Lisnave.
Apoios á divulgação:
Jornal O Setubalense, Correio de Setúbal/Sem+Mais Jornal, Setúbal na Rede e Vidas Alternativas
Outros Apoios (a nível de espaços, materias):
Teatro O bando, Danç’arte, TAS, Clube Setubalense, Teatro D. Maria II, Programa Gulbenkian Criatividade e criação Artística/ da Fundação Calouste Gulbenkian; INATEL, Hotel Isidro e o Projecto Lança.
Parcerias:
Clube de Fotografia de Setúbal, Experimentáculo, MAEDS e a Academia Problemática e Obscura/ Prima Folia.
Agradecimentos:
Júlia Cardoso, Conceição Crispim, João Rosado, funcionários da GICO/Gabinete de Informação e Comunicação da C. M. Setúbal e os funcionários dos Serviços técnicos da CMS.
Um apoio incondicional:
Escola Sebastião da Gama
E não podemos deixar de agradecer a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, têm contribuído para o engrandecimento do Festival “Festa do Teatro”.
A “Festa do Teatro” chegou ao fim e com ela a nostalgia de um fim, mas a pensar já na próxima edição de 2009.
Cada edição é sempre uma nova aventura. Abrem-se novos horizontes, companhias que nos trazem estéticas inovadoras, trocam-se experiências, que nos enriquecem mutuamente. Companhias já estabelecidas e novas companhias aqui se afirmam com as suas tradições e as suas histórias.
Apostamos na diversidade, no questionamento, na incomodidade, que nos leva ao enriquecimento recíproco.
Queremos acreditar que este Festival vai crescer mais e fazer transbordar de arte, a nossa bela cidade de Setúbal, pensamos que só nos falta, esse reconhecimento, a nível nacional, nomeadamente, por parte da DGARTES.
O teatro é um transbordar da imaginação sobre a vida, que revela os homens a si próprios.
(Charles Dullin)
terça-feira, agosto 19, 2008
Ficha Técnica
Organização: Teatro Estúdio Fontenova
Direcção Artística: José Maria Dias
Direcção de Produção: Graziela Dias
Produção executiva, Imprensa e Divulgação: Graziela Dias, Bruno Moreira e Leonardo Silva.
Criação de imagem: Filipa Reis Moura (GICO/CMS) e Paula Moita
Edição de Imagem: GICO/Gabinete de Informação e Comunicação da C. M. Setúbal
Fotografia: Clube de Fotografia de Setúbal: Mónica Martins, Sandra Ferrás e Paula Guerra
Direcção Técnica: António Machado
Assistência técnica: Mário Pereira
Assistência de Produção: João Costeira, Júlio Mendão, Eduardo Dias, Rafaela Bidarra,
Manuel Ernesto, Lisandra Branco e Alexandre Costa
Frente Casa: Anita Vilar, Patrícia Coelho e José Luís Neto.
Agradecimentos:
Programa Gulbenkian Criatividade e criação Artística/ Fundação Calouste Gulbenkian
Escola Secundária Sebastião da Gama
Projecto Lança
Danç’arte
AVSET
Júlia Cardoso, Conceição Crispim e João Rosado
E a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, têm contribuído para o engrandecimento do Festival “Festa do Teatro”. O nosso obrigado!
O Teatro Estúdio Fontenova é uma estrutura financiada pela Câmara Municipal de Setúbal
Patrocínio:
Câmara Municipal de Setúbal
Apoios:
Escola Sebastião da Gama, Lisnave; INATEL, Governo Civil de Setúbal, Junta de Freguesia de Nossa S.ª da Anunciada, Junta de Freguesia de S. Julião, Junta de Freguesia de Sta. Maria da Graça, MAEDS, Hotel Isidro, Clube de Fotografia de Setúbal, Experimentáculo, Prima Folia, Teatro O bando, TAS, Teatro D. Maria II.
Apoios à divulgação:
Jornal O Setubalense, Correio de Setúbal/Sem+Mais Jornal, Setúbal na Rede e Vidas Alternativas.
6 de Setembro
A Verdadeira História do Carvalhal> ESTE – Estação Teatral da Beira Interior
Espectáculo para maiores 12 anos – Duração aproximada: 60 minutos.
Anfiteatro da Escola Sebastião da Gama (Comercial)
Bilhetes: 7€
Descontos: 5€ (desconto para estudantes, menores de 25, maiores de 65 e aderentes PIN Cultura).
– De quem é o Carvalhal?
– É do Senhor Garrett…
Em 1890, a família Garrett era uma das mais importantes do distrito. Explorava as pastagens do Carvalhal e a Irmandade do Santíssimo as castanhas. O povo do Souto da Casa, por sua vez, detinha o cultivo da terra. Mas houve uma época em que o rico proprietário incumbiu o seu feitor, António Antunes Aquém, de ocupar todos os terrenos e não deixar que se cultivasse. Então, os sinos tocaram a rebate, o povo juntou-se e Aquém, desde o alto da Serra até ao povoado, foi obrigado a carregar um pesado tronco de castanheiro às costas.
– De quem é o Carvalhal? – Insistiam. – É vosso… – Respondia o castigado, vencido pela dura provação.
Mas não era ainda isto que todos queriam ouvir. E foi vê-lo descer encosta abaixo carregando a sua cruz. Foi o seu sofrimento, a sua aflição – afinal o sofrimento e a aflição de um povo – que o fez proferir, alto e bom som, as palavras ajustadas.
– De quem é o Carvalhal? – O Carvalhal… é nosso!
A ESTE – Estação Teatral encontra nesta já lendária história da sua região o rudimento para criar um novo espectáculo, transmitindo assim as bases da sua teatralidade. Numa comunicação directa, onde o Teatro se faz com o espectador, o gesto, o movimento, a acção e a música dos bombos e do pífaro expressam a força telúrica de uma história regional que serviu de inspiração para a Revolução dos Cravos, em Abril de 1974, e se nos depara hoje como feliz metáfora de uma sociedade que permite com assustadora passividade que poucos Garrett fiquem com todas as castanhas…Encenação e Dramaturgia Nuno Pino Custódio; Cenografia e Figurinos Marta Carreiras; Musica José Reis Fontão Desenho de Luz Pedro Fino; Interpretação Carlos Pereira, Maria Vasconcelos e Rui M.Silva; Interpretação Musical Alexandre Barata, António Supico, Pedro Sousa e José Emílio Martins.
5 de Setembro
5 de Setembro | 22h
Grão de Bico> Teatro O bando
Espectáculo para maiores 3 anos – Duração aproximada: 50 minutos.
Escola Sebastião da Gama
Bilhetes: 7€
Descontos: 5€ (desconto para estudantes, menores de 25, maiores de 65 e aderentes PIN Cultura)
Baseado num conto de tradição oral, que nos revela inúmeras versões, este Grão de Bico é recriado num ambiente intimista, no qual o multimédia estabelece a ponte para lá do (in) visível, entre o espectador e a sua imaginação.
Quando nos aproximamos visualmente de algo os detalhes tornam-se mundos. E são esses mundos feitos de grandes detalhes microscópicos que nos ajudam a narrar a pequena história de um grande herói, uma história na qual o corpo se torna universo e o espectador, viajante.

“O Grão de Bico prova quão possível é cativar o público mais jovem, tornando-o até num elemento cénico. O bando encontrou uma boa fórmula para entreter crianças, mas também adultos: dois actores em palco, uma minicâmara de filmar e um ecrã gigante que passava as imagens de pormenores do corpo de um dos protagonistas. Uma paisagem inesperada habitada por um ser invisível, mas que ganha contornos reais quando reconstituídos mentalmente: um ser pequenino, o grão de bico, o filho desejado pelas personagens que fazem uma viagem ao futuro e o recriam, irrequieto, endiabrado, caminhando por entre os poros e os pêlos do pai imaginário, como se fosse um campo de searas, uma montanha, um bosque. A interacção com as crianças neste novo mundo é parte essencial da peça, mantendo-as interessadas com o desenrolar da vida do invisível grão de bico. Estimular o imaginário infantil é assim o ponto de encontro entre o objectivo da encenação e o entretenimento ansiado pelos meninos (...)” Rita Quintela “Diário de Notícias” Diário de Notícias
Encenação João Brites – A partir de uma ideia de Raul Atalaia; Corporalidade Luca Aprea; Música Jorge Salgueiro; Figurinos e adereços Clara Bento; Interpretação Fátima Santos e Raul Atalaia; Parcerias Centro Cultural de Vila Flor e Centro Cultural de Belém.
