sexta-feira, agosto 06, 2010

26 de Agosto | 22h


O Grande Ditador – Cinema ao ar livre> Experimentáculo

Praça do Bocage /Setúbal

Duração aproximada: 128 minutos

Entrada livre



O GRANDE DITADOR – 1940 Estréia em Nova York (Astor – Capitole), a 15 de Outubro de 1940. O primeiro filme sonoro de Charlie Chaplin, onde expõe abertamente as suas opiniões políticas. É um filme de denúncia, ridicularizando Hitler e os seus subordinados. A sua preocupação em reconhecer os factos tristes da guerra, antecipando e denunciando a automatização da humanidade.
O filme ataca o totalitarismo e seus líderes, causando a sua expulsão dos Estados Unidos.
Charlie Chaplin criou uma obra-prima única com uma das melhores mensagens anti-guerra já transmitidas ao homem.


Título Original: The Great Dictator / The Dictator | Gênero: Comédia | Origem/Ano: EUA/1940 | Direção: Charles Chaplin | Intérpretes: Charles Chaplin, Jack Oakie, Reginald Gardiner, Henry Daniell, Billy Gilbert, Grace Hayle, Carter DeHaven, Maurice Moscovitch, Paulette Goddard, Emma Dunn, Bernard Gorcey, Paul Weigel, Chester Conklin, Esther Michelson e Hank Mann

27 de Agosto | 22h






Concerto de Música
Alexandra Boga, Celina Piedade e João da Ilha > Experimentáculo

Claustros do Convento de Jesus – Rua do Balneário Dr. Paulo Borba /Setúbal

Bilhetes: 7€
Descontos: 5€ (desconto para estudantes, menores de 25, maiores de 65, aderentes PIN Cultura e sócios Inatel)


Alexandre Boga – Nascida a 12 de Julho de 1988, na cidade de Ponta Delgada, Alexandra Boga iniciou o seu trilho musical aos sete anos de idade, na Ilha do Pico, onde começou a aprender a tocar guitarra, seguida do bandolim. Em 2004 Alexandra Boga dedicou-se à interpretação de diversos estilos musicais como Jazz, Bossa Nova, Soul e Disco, com a Associação Suave Azul, e também começou a tocar os seus temas originais, num projecto de estilo pop, onde utilizou sempre o seu diminutivo, AlGa. Três anos mais tarde, Alexandra Boga começou a trabalhar a solo e assumiu um novo estilo de composição e interpretação das suas músicas originais, com bases na música tradicional açoriana e world. A Viola da Terra passou a ser um dos instrumentos mais importantes na composição de AlGa. Actualmente encontra-se a trabalhar no seu mais recente álbum a editar em 2010.


Celina da Piedade – Actualmente estou bastante envolvida, como acordeonista e cantora, em dois projectos especiais: Uxukalhus (desde o inicio do projecto, em 1998) e Rodrigo Leão (desde 2000). Também toco com Cravo e Ferradura, um grupo de bailes de danças tradicionais Europeias. Para além destes projectos, trabalho ocasionalmente (em concertos e em estúdio) com diferentes artistas e projectos, como Ludovico Einaudi (tournées em Portugal, Itália, e Espanha em 2005, 2006 e 2007), António Chainho, Dona Rosa, Dazkarieh, Viviane, Projecto Fuga, Grupo de Violas Campaniças, entre outros, para além de colaborar em projectos de bandas sonoras para televisão e cinema, Teatro, Performance, e Dança Contemporânea.

João da Ilha – No cruzamento entre os sons da Tradição Açoriana e as sonoridades recorrentes da Viagem por outras paragens do Mundo, está o lugar do João da Ilha. Tal como um Porto Insular, Infindável albergue de Canções, Poesias, Histórias, e Vidas do Incógnito Horizonte!
O Grupo João da Ilha iniciou a sua actividade em Janeiro de 2008 em Setúbal, sucedendo um percurso a solo do João e reflectindo o facto de cada um dos músicos integrantes desejar dedicar-se à música moderna portuguesa, cruzando o seu carácter singular pessoal com os sons da Tradição Açoriana, a ambiência da cidade à beira Sado e as influências do mundo.
Cada elemento provém de diferentes origens e também transporta diferentes influências fruto da sua actividade musical anterior à formação deste grupo. A formação inicial, João, Sandro e Nuno, têm no entanto em comum o interesse pela Música Portuguesa, o que serviu de causa para embarcar nesta nova aventura musical.

Guitarra e Voz: João da Ilha | Acordeão: Nuno Carpinteiro | Baixo e Coros: Sandro Maduro | Percussões: Rui Rosado

28 de Agosto | 22h


Chovem amores na rua do matador> TRIGO LIMPO teatro ACERT

Espectáculo para maiores 12 anos – Duração aproximada: 80 minutos

Escola Sebastião da Gama – (Ginásio Novo) Av. Alexandre Herculano / Setúbal

Bilhetes: 7€
Descontos: 5€ (desconto para estudantes, menores de 25; maiores de 65, aderentes PIN Cultura e sócios Inatel)




Esta nova criação, da autoria de Mia Couto e José Eduardo Agualusa, é a segunda etapa do Projecto “Interiores” e o resultado do desafio lançado a estes dois escritores para criarem um texto inédito para o TRIGOLIMPO teatro ACERT. Baltazar Fortuna regressa a Xigovia para matar… saudades. Pretende reencontrar os seus ex-amores: Mariana Chubichuba, Judite Malimali e Ermelinda Feitinha. Entretanto, num sonho, elas, as três, dizem-lhe: “Nós não te precisamos matar, nós já te matámos dentro de nós. Há muito tempo que não vives nas nossas vidas…”
E se já no começo dos começos, na génese, no princípio… era o verbo, o nascimento deste “chovem amores…” parte dessa atitude quase mágica de proferir as palavras para que as coisas aconteçam. E da filigrana das letras nasce, demorada e gostosamente, um mundo pequenino povoado pelas nossas personagens. Uma teia de encantamentos temperada pela cumplicidade de dois amigos que sabem que
“…os sonhos são mapas que nos ajudam a orientar na vida. Aqueles que não sabem ler os sonhos, esses, sim, estão perdidos...”
como diz Ermelinda Feitinha, a mãe

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA:
Texto – José Eduardo Agualusa e Mia Couto | Interpretação: José Rosa e Sandra Santos|
Encenação: Pompeu José | Cenografia: Zé Tavares e Marta Fernandes da Silva | Música: Cheny Mahuaie, Fran Perez, Lígia Zango, Matchume Zango e Tinoca Zimba | Figurinos: Ruy Malheiro | Desenho de luz: Luís Viegas | Técnicos: Cajó Viegas e Paulo Neto | Assistência: Gil Rodrigues | Fotografias: Eduardo Araújo | Desenho Gráfico: Zé tavares

29 de Agosto | 22h


Poemes Visuals > Cia. Jordi Bertrán / Barcelona

Espectáculo para maiores 6 anos – Duração aproximada: 60 minutos

Escola Sebastião da Gama – (Ginásio Novo) Av. Alexandre Herculano / Setúbal

Bilhetes: 7€
Descontos: 5€ (desconto para estudantes, menores de 25, maiores de 65, aderentes PIN Cultura e Sócios Inatel)


Jordi Bertran, reconhecido como um dos maiores especialistas em Manipulação de fantoches, bonecos e objectos a nível internacional, mostra-nos neste espectáculo um elenco de personagens caracterizadas por letras.
Poemes Visuals” é um espectáculo cheio de ternura, que preenche todos os cantos da cena de um virtuosismo invulgar, fruto de muitos anos de trabalho. No palco as letras de extrema simplicidade ganham vida, resultado de uma grande mestria que com a sua manipulação, o gesto se transforme em verso e verso em emoções.
O espectáculo inspirado na magia da poesia visual do poeta catalão Joan Brossa, adopta o magnetismo do abecedário brossiano, o jogo de letras com o que o poeta ilustrava sua poética visual.
”Poemes Visuals” começa com um atcor-músico, um poeta, que leva consigo uma mala cheia de letras de espuma e começa a jogar com os seus sons e formas, descobrindo que pode criar poesia sem necessidade de formar palavras.
Com a guitarra e as canções estabelece uma terna relação com as letras que ganham vida e criam um universo cheio de personagens, coreografias, humor e acções dramáticas, onde demonstra que estas não servem para encher papeis e computadores, mas também podem criar um mundo sensível de impressionante simplicidade.
Um espectáculo para adultos que fascina os mais pequenos.


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:
Ideia original e Direcção Artística: Jordi Bertran | Manipuladores: Eduardo Telletxea, Irma Borges e Òscar Muñoz | Voz e Guitarra em directo: Òscar Muñoz | Figurinos: Ma. Dolors Fernández | Construção de Marionetas: Toni Zafra, Santi Arnal, Karin Schäfer, Zilda Torres, Miquel Gallardo e Jordi Bertran | Fotografía: Mireia Margenat | Desenho Gráfico: Miquel Llach

31 de Agosto | 22h

Conversas de Teatro – A Democratização da Cultura/Teatro > Dr. Manuel Araujo, Dr. Carlos Fragateiro e Dra. Catarina Marcelino

Clube Setubalense
Av. Luísa Todi 99-1º /Setúbal

Entrada livre

Num ambiente informal e descontraído, pretende-se conversar, partilhar experiências e trocar ideias tendo como tema “A Democratização da Cultura/Teatro”.

Participantes:

Dr. Manuel Araujo
Assessor para a cultura da Câmara Municipal de Setúbal, pertence ao Conselho Redacção da Vértice, fundador e colaborador da Casa da Achada/Centro Mário Dionísio. Colaboração em várias revistas sobre temas de arte, arquitectura e estética.

Dr. Carlos Fragateiro 910213955
Concluiu, em 1976, o Curso Superior em Teatro da Escola Superior de Teatro no Conservatório Nacional. Em 1988 Concluiu uma Maîtrise em Educação – especialidade em Expressão Dramática na Universidade de Montreal, Canadá. Realiza o Doutoramento já em Portugal, na Universidade de Aveiro, na área de Ciências e Tecnologias da Comunicação. Foi, entre 1997 e 2006 Director do Teatro da Trindade e de 2006 a 2008 Director do Teatro Dona Maria II. Desempenha funções enquanto professor auxiliar no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro desde 2001.

Dra. Catarina Marcelino
Licenciada em Antropologia, é Deputada do PS pelo círculo eleitoral de Setúbal, pertence às Comissões Parlamentares: Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias; Trabalho, Segurança Social e Administração Pública e Subcomissão de Igualdade [Suplente]. É ainda presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Setúbal

01 de Setembro | 22h


Mostra de Curtas-metragens > Experimentáculo


Clube Setubalense
Av. Luísa Todi 99-1º /Setúbal

Entrada livre




Noite de curtas-metragens, cujo objectivo é divulgar novos projectos/filmes. Sem tema definido, o propósito principal desta mostra é promover produções de vídeo pouco difundidas e motivar jovens realizadores para futuros trabalhos.

Título: " Horizontem "
Realizador: Amauri Tangará
Duração: 15 minutos
Sinopse: O futro manda notícias

Título: " A Margem”
Realização, argumento e edição: João Bordeira e Renata Barreto
Ano/duração: 2010, 12min.
Sinopse: “A Margem” trás a todos um recurso valioso para uma reflexão profunda, sobre as dinâmicas da exclusão e formas de as ultrapassar.

Título: " O Lago "
Produção, realização e argumento: André Marques
Ano/duração: 2008, 31 min. 24’
Sinopse: A história de dois amigos que embarcam numa viagem em direcção do lago, em direcção a si mesmos.

Título: " Empresário Atarefado "
Realizador: Daniel Martins
Ano/duração: 2009, 1 min 47’
Sinopse: Um dia na vida de um empresário muito atarefado.

Título: “Sala Improvisada “
Realizador: Miguel Tavares e Diogo Marrafa
Ano/duração: 2009, 2 min 03’
Sinopse: Bem-vindos à sala de estar improvisada.

Título: " A Nossa Última Conversa "
Realização, argumento e edição: Miguel Peres
Ano/duração: 2010, 5 min. 35’
Sinopse: Há muito tempo afastados, pai e filho têm a sua derradeira conversa.

02 de Setembro | 22h


Cozinheiros, versão commedia dell’Arte> ESTE – Estação Teatral da Beira Interior

Espectáculo para maiores 12 anos – Duração aproximada: 75 minutos

Escola Sebastião da Gama – (Ginásio Novo) Av. Alexandre Herculano / Setúbal


Bilhetes: 7€
Descontos: 5€ (desconto para estudantes, menores de 25, maiores de 65, aderentes PIN Cultura e Sócios Inatel)




Partindo da sua mais recente criação, Cozinheiros, a ESTE – Estação Teatral propõe um desdobramento para uma versão de Commedia dell´Arte da mesma ideia dramatúrgica de Arnold Wesker.
Teatro com máscara, de cariz iminentemente cómico, onde o gesto e a acção são predominantes, seguindo uma das tradições mais nucleares do teatro tradicional ocidental. Esta é uma criação alternativa, que complementa a versão artística estreada em Dezembro de 2009 n´A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão.
Cozinheiros (Versão Commedia dell´Arte) é a oportunidade de Arlecchinno, Brighella, Pantalone, Capitanno, Dottore ou Pulcinella, algumas das mais emblemáticas personagens daquele que foi o primeiro laboratório do actor moderno, trabalharem numa grande cozinha de um grande restaurante chamado… mundo.


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:
Encenação: Ricardo Brito | Dramaturgia e Máscaras: Nuno Pino Custódio | Espaço Cénico: Manuel Raimundo | Desenho de Luz e Operação Técnica: Pedro Fino | Interpretação: Pedro Diogo, Tiago Poiares, Miguel Lança e Sara Gabriel Luis Santos, Nelson Martins