sábado, agosto 07, 2010

XIIª Festa do Teatro - Festival Internacional de Teatro de Setúbal



Do teatro à música, passando pelas curtas metragens, artes plásticas, debates, aos espectáculos de sala e de rua, formas artísticas emergentes e de natureza pluridisciplinar, a XII Festa do Teatro continua a ser um interlocutor entre os artistas e a comunidade, potenciando hábitos de fruição cultural, continuando a apostar na formação de públicos e no desenvolvimento da sua capacidade crítica, assim como, na divulgação de novas práticas.

O Festival de Teatro “Festa do Teatro” continua a ser um momento cultural de relevo na cidade de Setúbal que se vai afirmando sempre e cada vez mais como um acontecimento que proporciona, ao público autóctone e aos visitantes, momentos de verdadeiro divertimento, de enriquecimento e de crescimento intelectual, no qual o teatro assume o papel de dinamizador de redes de difusão, permitindo a interligação de experiências e a movimentação de espectáculos de carácter profissional.
Um dos objectivos deste Festival é também manter uma programação eclética e diversificada, privilegiando o nacional sem descurar a participação estrangeira.

A cultura é fundamental para a criação de identidade e para o desenvolvimento económico e social da sociedade, sendo, pois, uma aposta valiosa, na qual se insere a Festa do Teatro pelo seu contributo na formação de novos públicos e na consolidação dos já existentes. Além disso disso, a cidadania também se constrói através da Arte e, neste caso, do Teatro.

"Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de refexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, nao vamos a parte nenhuma".

José Saramago



XII Festa do Teatro

Organização: Teatro Estúdio Fontenova

Direcção Artística: José Maria Dias
Direcção de Produção: Graziela Dias
Produção executiva, Imprensa e Divulgação: Graziela Dias e Mónica Santos
Criação /Edição de imagem e Fotografia: Mónica Santos
Direcção Técnica: José Maria Dias
Assistência técnica: Júlio Mendão
Assistência de Produção: Hugo Moreira, Júlio Mendão, Sara Costa, Eduardo Dias e José Lobo, Samuel Simão e Tiago Santos.
Frente Casa: Manuel Ernesto, Bruno Moreira e Mónica Santos.


Agradecimentos:
Conselho Executivo da Escola Sebastião da Gama
Teatro S. Luis
António Galrinho
João Rosado
António Marques
À colaboração dos Artistas plásticos

E a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, têm contribuído para o engrandecimento do Festival “Festa do Teatro”. O nosso obrigado!



O Teatro Estúdio Fontenova é uma estrutura financiada pela Câmara Municipal de Setúbal

Parceria:
Câmara Municipal de Setúbal

Apoios:
Escola Sebastião da Gama; Fundação INATEL; Club Setubalense; Junta de Freguesia de Sta. Maria da Graça; Hotel Isidro; Experimentáculo; Teatro O bando; TAS; Teatro Maria Matos; Conservatório Regional de Música de Setúbal.

Apoios à divulgação:
O Setubalense; Correio de Setúbal/Sem+Mais; Viva Setúbal; Setúbal na Rede, O SUL; Setúbal TV; Rádio Azul.

Grupo Festa do Teatro - Setúbal @ Facebook [clique aqui para aderir]

21 de Agosto | 19h


Sessão de Abertura

Declaração de Abertura da XII Festa do Teatro pelo seu Director Artístico José Maria Dias

Inauguração Exposição de Artes Plásticas> Artistas Plásticos de Setúbal
Apontamento Musical> Nuno Barreto

Escola Sebastião da Gama (Ginásio Novo)
Av. Alexandre Herculano / Setúbal

Entrada livre




Interacção |Artes Plásticas

As obras desta exposição resultaram de um trabalho em pareceria com o professor António Galrinho e com a colaboração de vários artistas plásticos da região, que ao longo da temporada da companhia foram assistindo aos espectáculos, transpondo para esboços o seu olhar sobre tudo aquilo que assistiam, propiciando, assim, novas visões ao público em geral e promovendo a educação artística e a literacia cultura.

21 de Agosto | 22h


Guerras do Alecrim e da Manjerona > Teatro ao Largo

Espectáculo para maiores 12 anos – Duração aproximada: 75 minutos

Parque do Bonfim /Setúbal

Bilhetes: 7€
Descontos: 5€ (desconto para estudantes, menores de 25, maiores de 65, Sócios do INATEL e aderentes PIN Cultura)



Levada à cena em 1737 como uma ópera Joco-Séria, representada por marionetas, a obra-prima de António José da Silva foi adaptada pelo Teatro ao Largo numa peça enérgica e vivaz.

O tema é leve na sua essência, com um enredo em torno das tentativas de dois jovens amantes para conquistarem os corações (e mesmo a casa) de duas lindas irmãs. A peça critica de forma divertida vários aspectos da sociedade portuguesa. O espectáculo é direccionado para toda a família, e segue a política artística do grupo de levar farsas clássicas ao público geral.

A intenção de António José da Silva era de encantar e deliciar o público do seu tempo. A nossa interpretação, mantendo-se fiel à original em texto e em espírito, incluirá música ao vivo, canções e rotinas de comédia e interacção com o público

Equipa artística e técnica
Texto: António José da Silva | Encenação e Música Original: Steve Johnston |Elenco: Rui Penas, Célia Martins, Miguel Reis Rosa, Inês Patrício e Ricardo Loscar | Máscaras: Josephine Biereye | Equipa técnica: Luis Santos e Jorge Condesso | Guarda Roupa e Cenário: Helen Lane

22 de Agosto | 22h


Tempos Modernos – Cinema ao ar livre> Experimentáculo


Duração aproximada: 87 minutos

Claustros do Convento de Jesus – Rua do Balneário Dr. Paulo Borba /Setúbal

Entrada livre


Sinopse:
A eterna luta entre o homem e a máquina! Mas quem sai a ganhar desta vez são os fãs da comédia clássica, que se vão deliciar com o derradeiro confronto entre o Vagabundo de Charles Chaplin e a linha de montagem industrial num filme que foi incluído em 1998 na lista dos 100 Melhores Filmes Americanos estabelecida pelo American Film Institute.
O Vagabundo procura ganhar a vida trabalhando numa fábrica de tecnologia de vanguarda. Um lugar onde geringonças como a máquina de almoços automática prometem algum dia reduzir a hora de almoço a 15 minutos. Inevitavelmente lançado no desemprego, o Vagabundo junta-se a uma jovem sem abrigo (Paulette Goddard), em busca da felicidade... e de um salário.
Pelo caminho torna-se um guarda-nocturno movido a patins, empregado de mesa, cantor nonsense, prisioneiro, e muito mais. No final, o Vagabundo e a rapariga afastam-se da objectiva de braços dados. Não encontraram nem a felicidade, nem um salário, mas sim, o amor. Os momentos e a sátira de os Tempos Modernos são verdadeiramente intemporais.
Título Original: Modern Times / The Masses | Género: Comédia | Origem/Ano: EUA/1936 |Realização: Charles Chaplin | Intérpretes: Charles Chaplin, Paulette Goddard, Henry Bergman, Tiny Sandford, Chester Conklin, Hank Mann, Stanley Blystone, Al Ernest Garcia, Richard Alexander e Cecil Reynolds

sexta-feira, agosto 06, 2010

25 de Agosto | 22h


Vincent, Van e Gogh> Peripécia Teatro

Espectáculo para maiores 12 anos – Duração: 80 minutos


Escola Sebastião da Gama (Ginásio Novo)
Av. Alexandre Herculano / Setúbal

Bilhetes: 7€
Descontos: 5€ (desconto para estudantes, menores de 25, maiores de 65, aderentes PIN Cultura e Sócios Inatel)



Vincent Van e Gogh são três dos personagens que ocupam um espaço com pincéis, telas, chapéus e cavaletes. Através da relação e o jogo destes personagens com os objectos emergem figuras e situações que marcaram a vida e a obra de Van Gogh. Um espectáculo visualmente poético, onde se sugerem algumas das mais emblemáticas obras de Van Gogh.
A narrativa não é cronologicamente linear o que permite situações cénicas que nos transportam para ambientes de delírio, de inquietude e de desconcerto, às vezes associados a alguma ironia e humor. O espectáculo oscila assim entre o drama e a comédia, a realidade e a imaginação, entre a vida e a arte.


Nota dos actores:
Esta criação é uma humilde homenagem ao pintor holandês que se tornou no paradigma do “artista maldito” que não vê a sua obra reconhecida; ao homem cuja vida é a história de um fracasso, em busca, primeiro da verdade religiosa e, mais tarde, da arte. Van Gogh acabou sozinho, doente e, dizem alguns que louco, até se suicidar, aos 37 anos, em Auvers-sur-Oise em França.


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:
Criação e Interpretação: Noelia Domínguez, Sérgio Agostinho Ángel Fragua | Iluminação: Paulo Neto |Operação de luz: Paulo Neto/ Eurico Alves | Figurinos e Adereços: PERIPÉCIA | Desenho Gráfico Paulo Araújo/ Pedro Coelho | Fotografia: Paulo Araújo | Direcção: José Carlos Garcia

26 de Agosto | 22h


O Grande Ditador – Cinema ao ar livre> Experimentáculo

Praça do Bocage /Setúbal

Duração aproximada: 128 minutos

Entrada livre



O GRANDE DITADOR – 1940 Estréia em Nova York (Astor – Capitole), a 15 de Outubro de 1940. O primeiro filme sonoro de Charlie Chaplin, onde expõe abertamente as suas opiniões políticas. É um filme de denúncia, ridicularizando Hitler e os seus subordinados. A sua preocupação em reconhecer os factos tristes da guerra, antecipando e denunciando a automatização da humanidade.
O filme ataca o totalitarismo e seus líderes, causando a sua expulsão dos Estados Unidos.
Charlie Chaplin criou uma obra-prima única com uma das melhores mensagens anti-guerra já transmitidas ao homem.


Título Original: The Great Dictator / The Dictator | Gênero: Comédia | Origem/Ano: EUA/1940 | Direção: Charles Chaplin | Intérpretes: Charles Chaplin, Jack Oakie, Reginald Gardiner, Henry Daniell, Billy Gilbert, Grace Hayle, Carter DeHaven, Maurice Moscovitch, Paulette Goddard, Emma Dunn, Bernard Gorcey, Paul Weigel, Chester Conklin, Esther Michelson e Hank Mann

27 de Agosto | 22h






Concerto de Música
Alexandra Boga, Celina Piedade e João da Ilha > Experimentáculo

Claustros do Convento de Jesus – Rua do Balneário Dr. Paulo Borba /Setúbal

Bilhetes: 7€
Descontos: 5€ (desconto para estudantes, menores de 25, maiores de 65, aderentes PIN Cultura e sócios Inatel)


Alexandre Boga – Nascida a 12 de Julho de 1988, na cidade de Ponta Delgada, Alexandra Boga iniciou o seu trilho musical aos sete anos de idade, na Ilha do Pico, onde começou a aprender a tocar guitarra, seguida do bandolim. Em 2004 Alexandra Boga dedicou-se à interpretação de diversos estilos musicais como Jazz, Bossa Nova, Soul e Disco, com a Associação Suave Azul, e também começou a tocar os seus temas originais, num projecto de estilo pop, onde utilizou sempre o seu diminutivo, AlGa. Três anos mais tarde, Alexandra Boga começou a trabalhar a solo e assumiu um novo estilo de composição e interpretação das suas músicas originais, com bases na música tradicional açoriana e world. A Viola da Terra passou a ser um dos instrumentos mais importantes na composição de AlGa. Actualmente encontra-se a trabalhar no seu mais recente álbum a editar em 2010.


Celina da Piedade – Actualmente estou bastante envolvida, como acordeonista e cantora, em dois projectos especiais: Uxukalhus (desde o inicio do projecto, em 1998) e Rodrigo Leão (desde 2000). Também toco com Cravo e Ferradura, um grupo de bailes de danças tradicionais Europeias. Para além destes projectos, trabalho ocasionalmente (em concertos e em estúdio) com diferentes artistas e projectos, como Ludovico Einaudi (tournées em Portugal, Itália, e Espanha em 2005, 2006 e 2007), António Chainho, Dona Rosa, Dazkarieh, Viviane, Projecto Fuga, Grupo de Violas Campaniças, entre outros, para além de colaborar em projectos de bandas sonoras para televisão e cinema, Teatro, Performance, e Dança Contemporânea.

João da Ilha – No cruzamento entre os sons da Tradição Açoriana e as sonoridades recorrentes da Viagem por outras paragens do Mundo, está o lugar do João da Ilha. Tal como um Porto Insular, Infindável albergue de Canções, Poesias, Histórias, e Vidas do Incógnito Horizonte!
O Grupo João da Ilha iniciou a sua actividade em Janeiro de 2008 em Setúbal, sucedendo um percurso a solo do João e reflectindo o facto de cada um dos músicos integrantes desejar dedicar-se à música moderna portuguesa, cruzando o seu carácter singular pessoal com os sons da Tradição Açoriana, a ambiência da cidade à beira Sado e as influências do mundo.
Cada elemento provém de diferentes origens e também transporta diferentes influências fruto da sua actividade musical anterior à formação deste grupo. A formação inicial, João, Sandro e Nuno, têm no entanto em comum o interesse pela Música Portuguesa, o que serviu de causa para embarcar nesta nova aventura musical.

Guitarra e Voz: João da Ilha | Acordeão: Nuno Carpinteiro | Baixo e Coros: Sandro Maduro | Percussões: Rui Rosado