quarta-feira, maio 04, 2011

Silêncios Rasgados




Encenação de José Maria Dias

De 13 de Maio a 5 de Junho (Quinta a Sábado) | 22h | Domingo |17h

Espectáculo para maiores 16 anos
Duração: 1h

Local: Moradia desabitada (de finais do século XIX) na Rua Garcia Perez Nº 36 – Bairro Salgado – Setúbal


Bilhetes: 7€
Descontos: 5€ (desconto para estudantes, menores de 25, maiores de 65 e aderentes PIN Cultura)
Lotação limitada: 25 pessoas
Informações e reservas: tef@sapo.pt / 967 330 188 / 914 200 318 / 265 233299

Blog: http://teatrofontenova.blogspot.com

Facebook: http://www.facebook.com/teatroestudiofontenova


O Projecto

A violência de género atingindo, fundamentalmente, crianças, adolescentes, mulheres e idosos, mas também os homens, constitui uma violação dos direitos humanos e das liberdades fundamentais e uma ofensa à dignidade humana, limitando o reconhecimento e exercício de tais direitos e liberdades. Acontece em todos os sectores da sociedade, ao longo do ciclo vital, sem distinção de classe social, grupo étnico, educacional ou religioso. Apostamos neste conceito dos direitos humanos para a próxima produção do Teatro Estúdio Fontenova “Silêncios Rasgados” pela importância que, em interacção, produz na sociedade em que vivemos, contribuindo para o crescimento e melhoria dos indivíduos na busca de um projecto de humanidade, partilhado através do investimento na criatividade artística como base da diferença e da capacidade para a mudança de atitudes e mentalidades do mundo em que vivemos. A importância do nosso envolvimento na implementação de estratégias de sensibilização e mobilização da sociedade civil será mais um contributo para eliminar estereótipos, mitos, e valores que têm perpetuado a existência de relações desiguais no meio familiar, escolar e social. Este é um projecto feito de raiz a partir de relatos reais de Mulheres que sofreram de violência doméstica e de género. A criação deste parte, fundamentalmente, do trabalho de três actrizes baseado em referências artísticas, como a pintura, o cinema e conceitos basilares da presente temática como o medo, a culpa, a pressão, a ausência, a doença, o aspecto, entre outros. O objectivo será revelar de modo teatral e alternativo o nosso ponto de vista sobre esta atrocidade que no século XXI ainda é tão invisível. Abrir, finalmente, portas às “quatro paredes” da sociedade. Este espectáculo está criado para ser apresentado em espaços não convencionais de teatro, criando um grau de intimidade com o público que se sentirá cúmplice das próprias acções. Estas acções apresentar-se-ão em quadros, quadros vivos, distribuídos pelo espaço, com um percurso a desenvolver pelo espectador. Este tem a oportunidade de assistir, a olho nu, ao culminar de acontecimentos presentes nesse lugar. Esta produção potencia a sua acção na forte intervenção social, de integração e de erradicação da violência Doméstica e de Género. Estreia dia 13 de Maio de 2011 em Setúbal numa moradia desabitada, situada na Rua Garcia Perez Nº 36 – Bairro Salgado – Setúbal. Segue para itinerância para a Régua no Museu do Douro e para Lisboa no Museu Nacional do Traje.







Sinopse

Elas são três. “Eles” são muitos mais. Abrem-se, finalmente, portas às “quatro paredes” da sociedade e a confissão acontece. Desvenda-se algo atroz: A violência doméstica.


Equipa (Sinopses Curriculares)
Encenação

José Maria Dias / Director Artístico / Alcáçovas, 1957

Licenciatura em Estudos Teatrais, pela Universidade de Évora.
Fez várias cursos, dentro dos quais, Direcção Técnica de Espectáculos, orientado por Jean-Guy Lecat (Director Técnico de Peter Brook), cursos de encenação promovidos pelo Inatel (Teatro da Trindade), com alguns professores como o Tomaz Ribas, Águeda Sena, Fernando Augusto, José Peixoto, Alexandre Sousa, Carlos Cabral, Luís de Matos, António Casimiro, Eurico Lisboa, José Carlos Barros, Victor de Sousa, Cláudio Hochman e Mário Feliciano de quem foi assistente da cadeira de encenação. Director Artístico do Teatro Estúdio Fontenova e do Festival de Teatro de Setúbal “Festa do Teatro”. Actualmente lecciona Teatro na Escola Profissional do Montijo, na Escola Profissional de Setúbal e na UNISET (pólo do Montijo). Tem apoiado vários Clubes de Teatro de diversas escolas do Distrito de Setúbal. Encenou textos de vários autores, Armando Nascimento Rosa, Fernando Augusto, Bernardo Santareno, Gil Vicente, Luís de Sttau Monteiro, Maria Alzira Cabral, Norberto de Ávila, Francisco Ventura, Richard Demarcy, Adele Adelach, Aleksandr Galine, August Strindberg, Edward Bond e Arnold Wesker entre outros.

Actrizes

Graziela Dias / Actriz / Setúbal, 1961
Frequentou vários cursos de formação de actores e seminários promovidos pelo Inatel (Teatro da Trindade) e o C.E.M., tendo como professores, Ruy de Matos, Fernando Augusto, Natália de Matos, Carlos Cabral, Luís de Matos, Teresa Norton, Helena Flor e Ângela Pinto, frequentou ainda um workshop com Kevin Moore (Universidade de Oxford).
Actriz do Teatro Estúdio Fontenova; Directora de produção do Festival de Teatro de Setúbal “Festa do Teatro”. Como actriz trabalhou com os encenadores, Ruy de Matos, Kevin Moore, João Brites e José Maria Dias entre outros, desempenhando vários papéis de diversos autores, nomeadamente, Fernando Augusto, Bernardo Santareno, Gil Vicente, Luís de Sttau Monteiro, Norberto de Ávila, Natália Correia, Florbela Espanca, Sofia de Mello Breyner, Daniel Filipe, Joaquim Murale, Fernando Passos, Manuel Couto Viana, Adele Adelach, Federico Garcia Lorca, Richard Demarcy, Adele Adelach, Aleksandr Galine, August Strindberg, Edward Bond e Arnold Wesker.

Joana Barradas/ Actriz/ Setúbal, 1991

Em 2010 frequenta a ESAD no curso de Teatro. Em 2009 frequenta o curso de Formação de actores da In Impetus. Em televisão participou: 2002 como actriz na telenovela “Tudo por Amor”, produção Plural Entertainment. 2006 como actriz na série “O Bando dos 4”, produção da Skylight Entertainment. 2009 como actriz na série “Dias Felizes”, produção Plural Entertainment. 2010 como actriz na série “Morangos com Açucar VII Férias de Verão”, produção Plural Entertainment. Participou no Projecto “Morangos ao Vivo nos Coliseus” encenado por Hugo de Sousa, produção Plural Entertainment. Em 2004 participou no teatro/Musical intitulado “Água é vida” encenado e por produzido pela agência Putos e Companhia, interpretando músicas de Paulo Gonzo. Entre 2008 e 2010 participa em projectos cinematográficos na Escola Superior de Teatro e Cinema.

Sara Costa / Actriz/ Amadora, 1985

Licenciatura em Teatro pela Universidade de Évora. Mestrado em Arte do Actor pela mesma Universidade.
Frequentou o Institut Del Teatre – Diputació Barcelona inserido no programa Erasmus.
Participou nos workshops: Máscaras de Commedia dell' Arte coordenado pelo Organic Theatre (Inglaterra), O Corpo como Fronteira coordenado por Renato Ferracini (Lume Teatro - Brasil), Biomecânica Teatral por Roberto Romei (Espanha), Técnicas de Improvisação Teatral com Cristina Carvalhal, Nicolau Antunes e Miguel Seabra e Stanislavski e o trabalho do actor sobre si mesmo com Luís Varela.
Participou na Curta – Metragem A Carteira Roubada realizada pelos alunos da Universidade Lusófona (2009).
Foi formadora na Oficina de Teatro Educação para a Cidadania e Inclusão organizada pelo Teatro Estúdio Fontenova em Setúbal em parceria com o Teatro Vivo do Pico – Açores (2009).
Interpretou, entre outras, as seguintes peças: Oroboro de Eduardo Dias e com encenação de Eduardo Dias (2009); O Misantropo de Molière com encenação de Ana Tamen, 4 Mulheres de Coragem de Rona Munro com encenação de Figueira Cid, The Blue Room de David Hare coordenado por Fernanda Lapa, 4:48 Psicose de Sarah Kane com encenação de Paulo Alves Pereira (2008); A Casa de Bernarda Alba de Federico Garcia Lorca com encenação de Luís Varela (2005) tendo igualmente trabalhado textos de Sam Shepard, Jean Paul Sartre, Marcel Proust, Vergílio Ferreira, Lope de Rueda e Anton Tchékhov.
Actualmente lecciona aulas de Expressão Dramática no 1º Ciclo.


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Texto: Criação colectiva

Encenação, Concepção do Espaço Cénico e Desenho de Luz: José Maria Dias
Interpretação: Sara Costa, Graziela Dias, Joana Barradas
Dramaturgia: José Maria Dias
Banda Sonora Original: Bruno Moraes
Vídeo e Captação de imagem: Hugo Moreira
Design Gráfico: Mónica Santos
Assistência ao Guarda-roupa: Gertrudes Félix
Assistência Técnica: Hugo Moreira e Júlio Mendão
Divulgação e Direcção de Produção: Graziela Dias
Frente casa: Mónica Santos e Eduardo Dias


63ª Produção Teatro Estúdio Fontenova


Companhia Subsidiada:
Câmara Municipal de Setúbal

Parceiros:
C. M. S; UMAR ; SEIES ; Instituto de Educação Cristã ; Movimento Pró-associação dos Homens contra a violência ; Instituto da Segurança Social Centro distrital de Setúbal; Gabinete de Inclusão social da C.M. S; Museu Nacional do Traje; Museu do Douro;

Digressão confirmada:
Museu Nacional do Traje, em Lisboa. Museu do Douro, na Régua.

Apoios à divulgação:
O Setubalense; Sado 2000; Setúbal Life; iMais/SemMais Jornal; Jornal de Setúbal; O Sul; Setúbal na Rede; Viva Setúbal; Oportunidades & Negócios; Rádio Azul e Setúbal TV On Line.

Agradecimentos:
Jaime Pinho; José Manuel Palma; Gonçalo Bacalhau; Café Snack-bar – O Pitágoras

domingo, março 20, 2011

Processo Aberto :: Silêncios Rasgados | 15 de Abril de 2011 | 19h30




O processo aberto é um acontecimento (happening) único, num espaço/tempo únicos.
Tem como objectivo dar a conhecer, a quem esteja presente, um episódio relativo ao processo de trabalho da próxima produção do Teatro Estúdio Fontenova “Silêncios Rasgados”.

Data:
Dia 15 de Abril às 19h e 30min.

Local:
ESPAÇO FONTENOVA
Rua Doutor Sousa Gomes, 11 2900-188 SETÚBAL
tel/fax 265 233 299
tlm 96 733 01 88 / 96 686 14 76
mail tef@sapo.pt
Blog www.teatrofontenova.blogspot.com

domingo, janeiro 16, 2011

01/12/2010 :: Corte de Luz

Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010 · 22:00 - 23:30

Bar Tuareg / Rua Vasco Santana Nº 8, Loja Esq. 2675 - 629 Odivelas/ Telefone 309 888 026

Sinopse
Teatro/performance

Uma relação, um corte, uma falha. Um desabafo que é na verdade um grito. Uma frustração. Um último aviso para as consequências de um compromisso... precário

Ficha Artística

Texto: José Lobo | Poema: Victor Hugo
Música Original: Bruno Moraes
Voz: Eduardo Dias
Interpretação: José Lobo
Encenação: José Maria Dias
Design Gráfico: Mónica Santos

2ª parte/ Música ao Vivo
Vozes: Bruno Moraes, Eduardo Dias e José Lobo
Piano: Bruno Moraes

José Lobo (Setúbal, 1986)
Em 2006 concluiu o curso de Artes e Ofícios do Espectáculo (Chapitô), onde teve como professores de interpretação Ávila Costa, Nuno Pino Custódio, Ana Tamen, José Ramalho e Francisco Salgado.
Llicenciatura em Teatro no curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema e trabalha como Freelancer, interligando a acrobacia aérea com o teatro e a dança.

José Maria Dias (Alcáçovas, 1957)
Licenciatura em Estudos Teatrais, pela Universidade de Évora.
Fez várias cursos, dentro dos quais, Direcção Técnica de Espectáculos, orientado por Jean-Guy Lecat (Director Técnico de Peter Brook), cursos de encenação promovidos pelo Inatel (Teatro da Trindade). Director Artístico do Teatro Estúdio Fontenova e da “Festa do Teatro”. Actualmente lecciona Teatro na Escola Profissional do Montijo e na UNISET (pólo do Montijo). Tem apoiado vários Clubes de Teatro de diversas escolas do Distrito de Setúbal.

Bruno Moraes (Setúbal, 1985)
Iniciou os seus estudos de piano em 1991. Ingressou em 1995 no Conservatório Regional de Música, tendo concluído o 5º grau de piano e o 4º grau de Formação Musical e de Classe de Conjunto.
Ingressou no Teatro Estúdio Fontenova em 2002, como actor e pianista em vários espectáculos.
Licenciou-se entretanto em Bioquímica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Mestrado em Bioquímica Médica pela mesma Universidade.

Eduardo Dias (Setúbal, 1982)
Bacharel do Curso de Formação de actores da Escola Superior de Teatro e Cinema.
Trabalhou, entre outras, com as seguintes companhias: Teatro Nacional de São Carlos; Escola da Noite; Teatro Mundial; Teatro da Trindade; Teatro o bando; Teatro Estúdio Fontenova.

24/11/2010 :: Audição com Daisy ao vivo no Odre Marítimo

Quarta-feira, 24 de Novembro de 2010 · 21:30 - 23:00

Teatro Aberto
Praça de Espanha
Lisboa, Portugal

Espectáculo Integrado no II Congresso Internacional Fernando Pessoa organizado pela Casa Fernando Pessoa - Para mais informações contacte a Casa Fernando Pessoa

A obra de Fernando Pessoa é um património de valor incalculável, sendo um marco indiscutível do seu tempo, chega até aos nossos dias envolto numa mística de actualidade intemporal. Esta obra de Armando Nascimento Rosa homenageia a complexidade do Universo Pessoano onde, p...ara além das palavras, existe a música, com canções que partem de poemas que Pessoa escreveu em português, inglês e francês, interpretadas pelo actor e por um pianista-actor, seu duplo, ambos desdobrando-se em outras tantas figuras imaginadas pela invenção cénica. Reflexão e intuição, emoção e diversão, quatro vias que norteiam o teatro gnóstico de Nascimento Rosa, conjugam-se numa peça cómica e dramática, poética e política, que nos fala da vida que há no teatro e do teatro que há na vida.

Sinopse
Um actor chega a um palco para efectuar uma audição, que vira publicitada no jornal. O estranho é ninguém mais ter comparecido naquele teatro, nem júri para o avaliar, nem colegas candidatos. Mas desistir não é com ele. Apresentará na solidão da cena a ficção dramática que trouxe preparada. E o espectáculo acontece graças à sua persistência.
Ele supôs que o anúncio poderia implicar digressões ao estrangeiro, e por isso traz um número que convoca, como ele diz, a referência cultural portuguesa mais famosa no mundo, depois do fado e do vinho do Porto: o poeta Fernando Pessoa.
Várias máscaras o actor vestirá na cena, em especial a de Daisy Mason, a amiga inglesa de Álvaro de Campos (que aparece em Soneto Já Antigo), aqui transformada em inesperada drag-queen da poesia e do music-hall num barco imaginário, em trânsito no Tejo, consagrado às artes e chamado Odre Marítimo.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:
Texto e Música Armando Nascimento Rosa | Encenação, Concepção do Espaço Cénico e Desenho de luz José Maria Dias |Arranjos Musicais Bruno Moraes e Tiago Morais | Interpretação Bruno Moraes e Eduardo Dias | Apoio Vocal Sara Belo | Direcção de Produção, Adereços e Figurinos Graziela Dias |Fotografia e Design Gráfico Original Paula Moita | Design Gráfico Mónica Santos | Montagem Júlio Mendão | Frente casa Bruno Moreira e Manuel Ernesto

José Maria Dias | Encenador (Alcáçovas, 1957) Licenciatura em Estudos Teatrais, pela Universidade de Évora. Fez várias cursos, dentro dos quais, Direcção Técnica de Espectáculos, orientado por Jean-Guy Lecat (Director Técnico de Peter Brook), cursos de encenação promovidos pelo Inatel (Teatro da Trindade), com alguns professores como o Tomaz Ribas, Águeda Sena, Fernando Augusto, José Peixoto, Alexandre Sousa, Carlos Cabral, Luís de Matos, António Casimiro, Eurico Lisboa, José Carlos Barros, Victor de Sousa, Cláudio Hochman e Mário Feliciano de quem foi assistente da cadeira de encenação. Director Artístico do Teatro Estúdio Fontenova e do Festival de Teatro de Setúbal “Festa do Teatro”. Actualmente lecciona Teatro na Escola Profissional do Montijo e na UNISET (pólo do Montijo). Tem apoiado vários Clubes de Teatro de diversas escolas do Distrito de Setúbal. Encenou textos de vários autores, Armando Nascimento Rosa, Fernando Augusto, Bernardo Santareno, Gil Vicente, Luís de Sttau Monteiro, Maria Alzira Cabral, Norberto de Ávila, Francisco Ventura, Richard Demarcy, Adele Adelach, Aleksandr Galine, August Strindberg, Edward Bond, Arnold Wesker e Bernard-Marie Koltés entre outros.

Eduardo Dias | Actor (Setúbal, 1982) Bacharel do Curso de Formação de actores da ESTC. Interpretou entre outras as seguintes peças: Teatro nacional de São Carlos Opera Produção T.N.S. Carlos“Götterdämmerung” de Richard Wagner; “Tosca” de Giacomo Puccini (2008,2009); Escola da Noite “Na Estrada Real” de Anton Tchékhov com encenação de António Augusto Barros (2007); Teatro Mundial Escolinha de Música uma produção da Média Capital com encenação de Almeno Gonçalves (2006); no Teatro da Trindade (2003) “Viriato” de Freitas do Amaral com encenação de Fraga; no Teatro O Bando (2001 e 2002) “Pino do Verão” a partir de textos de Eugénio de Andrade com encenação de João Brites; no Teatro Estúdio Fontenova “Oroboro” autor, encenador interprete (2009); “A Noite Antes da Floresta” de Bernard-Marie Koltés (2008);“O Crime do século XXI” (2006) “Os IEmigrantes” (2005); “Audição – com Daisy ao vivo no Odre Marítimo (2004); “Gil Vicente a Retalho” a partir de textos de Gil Vicente (2003); “As Mãos de Abraão Zacut" de Luís de Sttau Monteiro (2002) "O Pelicano" De August Strindberg (2001); "O Auto da Justiça" de Francisco Ventura (2000); "Restos" de Bernardo Santareno (2000), com encenações de José Maria Dias.

Bruno Moraes | Actor e Músico, (Setúbal, 1985) Nasceu em Setúbal em 1985.
Iniciou os seus estudos de piano em 1991 com a professora M.ª Laura Costa Morais. Ingressou em 1995 no Conservatório Regional de Setúbal onde frequentou até 2000 o Curso Básico de Piano tendo concluído o 5º grau de piano e o 4º grau de Formação Musical e de Classe de Conjunto.
Em 1988 participou no estágio da Orquestra Portuguesa das Escolas de Música – Orquestra 98 na qualidade de Baixo. Participou igualmente na qualidade de Baixo e Actor, em conjugação com o Coro de Câmara de Setúbal e a Tokyo Opera Asssociation, na ópera “ The Forgotten Boys – What Xavier left in Japan” em Julho de 2005. Foi membro na qualidade de Baixo, do Coro Odyssea, no período 2005 a 2008. Ingressou no Teatro Estúdio em 2002, como actor e pianista em vários espectáculos de entre os quais; “As mãos de Abraão Zacut” de Luís de Sttau Monteiro; “Audição – com Daisy ao Vivo no Odre Marítimo” de Armando Nascimento Rosa; Composição musical da poesia de Joaquina Soares “Corpo de Palavras”; Direcção musical de “Se isto fosse uma Ópera, seria de Três Cêntimos” uma adaptação da obra “A Ópera dos Três Vinténs”de Bertold Brecht.
Licenciou-se em Bioquímica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e Mestrado em Bioquímica Médica pela mesma Universidade.

sábado, agosto 07, 2010

XIIª Festa do Teatro - Festival Internacional de Teatro de Setúbal



Do teatro à música, passando pelas curtas metragens, artes plásticas, debates, aos espectáculos de sala e de rua, formas artísticas emergentes e de natureza pluridisciplinar, a XII Festa do Teatro continua a ser um interlocutor entre os artistas e a comunidade, potenciando hábitos de fruição cultural, continuando a apostar na formação de públicos e no desenvolvimento da sua capacidade crítica, assim como, na divulgação de novas práticas.

O Festival de Teatro “Festa do Teatro” continua a ser um momento cultural de relevo na cidade de Setúbal que se vai afirmando sempre e cada vez mais como um acontecimento que proporciona, ao público autóctone e aos visitantes, momentos de verdadeiro divertimento, de enriquecimento e de crescimento intelectual, no qual o teatro assume o papel de dinamizador de redes de difusão, permitindo a interligação de experiências e a movimentação de espectáculos de carácter profissional.
Um dos objectivos deste Festival é também manter uma programação eclética e diversificada, privilegiando o nacional sem descurar a participação estrangeira.

A cultura é fundamental para a criação de identidade e para o desenvolvimento económico e social da sociedade, sendo, pois, uma aposta valiosa, na qual se insere a Festa do Teatro pelo seu contributo na formação de novos públicos e na consolidação dos já existentes. Além disso disso, a cidadania também se constrói através da Arte e, neste caso, do Teatro.

"Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de refexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, nao vamos a parte nenhuma".

José Saramago



XII Festa do Teatro

Organização: Teatro Estúdio Fontenova

Direcção Artística: José Maria Dias
Direcção de Produção: Graziela Dias
Produção executiva, Imprensa e Divulgação: Graziela Dias e Mónica Santos
Criação /Edição de imagem e Fotografia: Mónica Santos
Direcção Técnica: José Maria Dias
Assistência técnica: Júlio Mendão
Assistência de Produção: Hugo Moreira, Júlio Mendão, Sara Costa, Eduardo Dias e José Lobo, Samuel Simão e Tiago Santos.
Frente Casa: Manuel Ernesto, Bruno Moreira e Mónica Santos.


Agradecimentos:
Conselho Executivo da Escola Sebastião da Gama
Teatro S. Luis
António Galrinho
João Rosado
António Marques
À colaboração dos Artistas plásticos

E a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, têm contribuído para o engrandecimento do Festival “Festa do Teatro”. O nosso obrigado!



O Teatro Estúdio Fontenova é uma estrutura financiada pela Câmara Municipal de Setúbal

Parceria:
Câmara Municipal de Setúbal

Apoios:
Escola Sebastião da Gama; Fundação INATEL; Club Setubalense; Junta de Freguesia de Sta. Maria da Graça; Hotel Isidro; Experimentáculo; Teatro O bando; TAS; Teatro Maria Matos; Conservatório Regional de Música de Setúbal.

Apoios à divulgação:
O Setubalense; Correio de Setúbal/Sem+Mais; Viva Setúbal; Setúbal na Rede, O SUL; Setúbal TV; Rádio Azul.

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21 de Agosto | 19h


Sessão de Abertura

Declaração de Abertura da XII Festa do Teatro pelo seu Director Artístico José Maria Dias

Inauguração Exposição de Artes Plásticas> Artistas Plásticos de Setúbal
Apontamento Musical> Nuno Barreto

Escola Sebastião da Gama (Ginásio Novo)
Av. Alexandre Herculano / Setúbal

Entrada livre




Interacção |Artes Plásticas

As obras desta exposição resultaram de um trabalho em pareceria com o professor António Galrinho e com a colaboração de vários artistas plásticos da região, que ao longo da temporada da companhia foram assistindo aos espectáculos, transpondo para esboços o seu olhar sobre tudo aquilo que assistiam, propiciando, assim, novas visões ao público em geral e promovendo a educação artística e a literacia cultura.