quinta-feira, julho 24, 2014
OFICINA PRÁTICA DE CINEMA “O TERCEIRO OLHAR”
OFICINA PRÁTICA DE CINEMA “O TERCEIRO OLHAR”
Integrada no Festival Internacional de Teatro de Setúbal – XVI Festa do Teatro
COM AMAURI TANGARÁ
De 18
a 22
de Agosto
das 10h
às 19h
Para interessados dos 9 aos 99 anos.
Inscrição 10 euros.
Mais info: 265233299 / 967330188
O
cineasta Amauri Tangará propõe com esta ação de formação, a
possibilidade de abertura de novas perspectivas profissionais, a
análise de diferenciados olhares sobre factos comuns, o desafio da
experimentação de novas linguagens para empreender este mergulho
audiovisual.
Como
produto final da oficina prática, será apresentado para a
Comunidade, o filme realizado pela turma, durante a oficina, com uma
Cerimônia de entrega dos certificados de participação.
Conteúdos:
1
- O CINEMA NA HISTÓRIA
a
- Elemento de conquista
b
- Formador de opinião
c
- Lançando moda
d
- Forma de vender um país
2
- OS ELEMENTOS DO CINEMA
a
- O roteiro
b
- A produção
c
- Os atores
d
- A cenografia
e
- O figurino
f
- A luz
g
- O som
h
- A edição
3
- O DIRETOR – O PODER DE CRIAR UMA LINGUAGEM PRÓPRIA
- - O CINEMA DE BAIXO ORÇAMENTO
5
- INSTRUMENTO DE PROTESTO
6
- O CINEMA PARA CONTAR UMA HISTÓRIA
Amauri
Tangará tem em seu currículo
as longa metragens:
A
OITAVA COR DO ARCO-IRIS e AO SUL DE SETEMBRO, o média metragem POBRE
É QUEM NÃO TEM JIPE, os curtas: A VELHA, OS MENINOS E O GATO QUE
ESCAPARAM DA ESTRANHA CAIXA AZUL, HORIZONTEM, PARAIZOO, AO RELENTO,
DEBAIXO DAS OLIVEIRAS, DO OUTRO LADO, UM MURO DIVIDE PRAGA, TIMOR UMA
VIAGEM e GUAPORÉ – CAMINHO DO DIVINO, além dos vídeos: CARLOS
REINERS – O ÚLTIMO COMUNISTA CONVICTO DO PANTANAL, QUILOMBO
MATA-CAVALO e VIOLA DE CÔCHO.
Diretor
de teatro e cineasta Amauri Tangará é formador em oficinas práticas
de cinema “O TERCEIRO OLHAR”, feitas nacional e
internacionalmente, sempre com um filme como produto final das
oficinas.
Tati
Mendes
Produtora
-
20 Oficinas de Cinema O Terceiro Olhar no Brasil;
da curta-metragem “Nó de Rosas” de Glória Albuês, uma
co-produção Brasil – Bolívia; da longa-metragem “Ao Sul de
Setembro”, da Inquietação Filmes; das curtas “A Velha, os
meninos e o gato, que escaparam da estranha caixa azul” e “Pobre
é quem não tem Jipe” de Amauri Tangará , “Saringangá” de
Márcio Moreira;
Produtora
executiva e directora
de
produção
- longametragem “A Oitava Cor do Arco-Iris” de Amauri Tangará;
da longa-metragem mato-grossense “A Oitava Cor do Arco-Iris”, de
Amauri Tangará.
Directora
de Produção
- curta-metragem de Ficção “PARAIZOO” de Amauri Tangará, e “UM
MURO DIVIDE PRAGA”, uma ficção com o tema na 12ª Quadrienal de
Cenografia de Praga - República Tcheca; documentários “DO OUTRO
LADO” de Amauri Tangará - Rep Tcheca; “AO RELENTO” e "DEBAIXO
DAS OLIVEIRAS" de Amauri Tangará e da longa-metragem - “O
Homem Mau dorme bem” de Geraldo Moraes – Cuiabá.
Directora
de Produção
- Delegação Regional para o Audiovisual, representando a Região
Centro-Oeste na II Conferência Nacional de Cultura em Brasília.
Curadora
-
Festival de Cinema na Floresta – Alta Floresta
Facilitadora
da Oficina de Produção Cinematográfica - Festival de Cinema na
Floresta.
Etiquetas:
Amauri Tangará,
Cia Artes do Brasil,
Festival Internacional de Teatro de Setúbal,
Inscrições Abertas,
Teatro Estúdio Fontenova,
XVI Festa do Teatro
segunda-feira, junho 30, 2014
2 de Julho Apresentação do livro "Call Centers, Trabalho, Domesticação, Resistências"
APRESENTAÇÃO DO LIVRO
"Call Centers, Trabalho, Domesticação, Resistências" de João Carlos Louçã.Apresentação seguida de Debate com a presença de João Carlos Louçã (Autor) e de Raquel Varela (Historiadora).
Dia 2 de Julho às 21h30
Espaço Fontenova
Rua Dr. Sousa Gomes,11 – Setúbal
A investigação realizada por João Carlos Louçã dá-nos conta essencialmente das consequências deste tipo de situações para os trabalhadores, através da observação das formas de intensificação do trabalho e de gestão (controlo) da mão-de-obra, bem como das formas de resistência por parte dos trabalhadores. A sua análise detalhada permite-nos concluir por uma regressão das formas de trabalho, em que os direitos sociais associados ao trabalho são cada vez menos uma realidade. (...)
Inês Fonseca
Serão estes trabalhadores e trabalhadoras de call center exemplo de “proletarização” da modernidade? Até que ponto os call centers serão as novas fábricas do século XXI remetendo os trabalhadores destes serviços a uma existência na base da pirâmide social? Serão as novas técnicas de gestão de recursos humanos e de organização do trabalho em call centers equivalentes atuais das teorias de Ford e Taylor no início do processo de produção em massa das sociedades industriais do início do século passado?
Questões que poderão sempre obter respostas a vários níveis, mais ou menos convergentes, mas que não poderão nunca deixar de tomar em consideração os homens e as mulheres que desta maneira vendem a sua força de trabalho, as consequências para as suas vidas na continuidade e divergência entre estes dois períodos históricos. (...)
João Carlos Louçã
Evento no Facebook: https:// https://www.facebook.com/
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Trabalho
sábado, junho 14, 2014
Candidaturas Abertas para o "Mais Festa"!
Regulamento:
Ficha de Inscrição:
NOTA: As criações e produções do Teatro Estúdio Fontenova no "Mais Festa", obviamente que não estarão em concurso.
"À espera de Pecúnia" 26 de Junho no Espaço MOB (Lx)
Maiores 16 anos
Duração 35 minutos
Texto inédito de inspiração Beckettiana, que pretende abanar e impressionar,
impregnado de metáforas e humor negro. Escrito a três mãos e com recurso a
situações e declarações políticas actuais que por si só já são absurdas, mas que nos
levam para o abismo. A “espera” constante por algo que pode trazer a felicidade. A
“espera” como motivação, como uma esperança, uma tábua de salvação.
Procuramos contrariar estas evidências e este fatalismo, que nos rodeia e nos deixa
contemplativos, perante o desfilar de injustiças sociais e de retorno ao fascismo.
Acto performativo com humor, que pretende alertar para a situação socioeconómica
em que nos encontramos e, em especial, a do meio artístico.
Temos que agir. Não podemos ficar adormecidos. O futuro faz-se hoje.
Sinopse
Estamos sempre à espera. À espera de quê? De trabalho, salário? Há sempre alguma
coisa para vir. Nunca sabemos o quê. O Futuro? Sempre à espera de algo. Há-de vir!
A retoma? Sempre à espera. E eu? E nós? Não temos o direito a ser felizes? A mentira
com que nos emprenham é uma esperança assassina. E enquanto esperamos pelas
esperanças da esperança a utopia é um nado morto.
Ficha Artística e Técnica
Texto: José Maria Dias, Leonardo Silva e Eduardo Dias | Interpretação: Eduardo
Dias e Pedro Luzindro | Operação luz, som e vídeo: Leonardo Silva | Direcção:
José Maria Dias | Produção executiva: Graziela Dias | Cartaz e Foto: Leonardo
Silva | Modelo: Lucky
Duração 35 minutos
Texto inédito de inspiração Beckettiana, que pretende abanar e impressionar,
impregnado de metáforas e humor negro. Escrito a três mãos e com recurso a
situações e declarações políticas actuais que por si só já são absurdas, mas que nos
levam para o abismo. A “espera” constante por algo que pode trazer a felicidade. A
“espera” como motivação, como uma esperança, uma tábua de salvação.
Procuramos contrariar estas evidências e este fatalismo, que nos rodeia e nos deixa
contemplativos, perante o desfilar de injustiças sociais e de retorno ao fascismo.
Acto performativo com humor, que pretende alertar para a situação socioeconómica
em que nos encontramos e, em especial, a do meio artístico.
Temos que agir. Não podemos ficar adormecidos. O futuro faz-se hoje.
Sinopse
Estamos sempre à espera. À espera de quê? De trabalho, salário? Há sempre alguma
coisa para vir. Nunca sabemos o quê. O Futuro? Sempre à espera de algo. Há-de vir!
A retoma? Sempre à espera. E eu? E nós? Não temos o direito a ser felizes? A mentira
com que nos emprenham é uma esperança assassina. E enquanto esperamos pelas
esperanças da esperança a utopia é um nado morto.
Ficha Artística e Técnica
Texto: José Maria Dias, Leonardo Silva e Eduardo Dias | Interpretação: Eduardo
Dias e Pedro Luzindro | Operação luz, som e vídeo: Leonardo Silva | Direcção:
José Maria Dias | Produção executiva: Graziela Dias | Cartaz e Foto: Leonardo
Silva | Modelo: Lucky
quarta-feira, junho 04, 2014
Apresentação do Exercício Final da Oficina de Teatro "Textos de Liberdade"
![]() |
| Cartaz por: Leonardo Silva |
“Textos de Liberdade” é o resultado de vários exercícios de interpretação. Tendo a experimentação como base, através da exploração de diversas personagens em contextos e mundos completamente diferentes, ousar reflectir sobre o que é a Liberdade, o que é ser Livre e o quão Livres somos.
Com Carlos Rocha; Carolina Costa; Carolina Freitas; Fátima Forreta; Maria dos Anjos e Rodrigo Roberto | Com direcção de: Eduardo Dias e Leonardo Silva
Entrada livre!
Sócios e amigos do Fontenova estão convidados a esta aula aberta.
Evento no facebook: (clica)
quinta-feira, maio 22, 2014
MESTRES DO CINEMA AO AR LIVRE 2014
| Foto: Leonardo Silva |
Mestres do
Cinema ao Ar livre, assim se chama o resultado desta combinação de
vontades, que através de filmes mudos e a preto e branco pretende
arriscar as mais variadas cores em quem vier para se juntar a
assistir.
São filmes
se domínio público em espaços público, ao Ar Livre, na rua onde muitas
vezes nos encontramos e nos esquecemos de conviver na pressa do
dia-a-dia. Um momento de pausa para conviver com os outros e com o
que nos rodeia, levar a arte onde as pessoas estão!
E, porque
achamos que o cinema de autor não é só coisa de elites, fizemos uma
programação que dê para toda a família, clássicos para ver e rever,
para levar a família, amigos, filhos, avós e netos, mas, ao Ar Livre
num local privilegiado como é este onde o Made In Café assenta.
Haverá Chaplin, Buster Keaton, Irmãos Marx, Bucha e Estica, entre
outros...
Desenhos
Animados do Tempo dos nossos Avós
Todos os
dias antes dos filmes programados, existirá um espaço dedicado mais
exclusivamente às crianças com filmes de animação dos anos 20 e 30.
Um espaço onde os jovens podem ver as animações que encantaram os
pais e avós quando estes eram crianças, e, estes podem relembrar e
mostrar aos filhos e netos quem eram os seus heróis.
CARTAZ:
(clique para aumentar e ver programa)
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