sábado, agosto 09, 2014

27 de Agosto | Quarta

SECÇÃO “MAIS FESTA” / A Concurso

27 Quarta-feira | Das 11h30 às 14h30 | Praia da Saúde
LA SEÑORITA LUPIERRE > Miguelillo / Espanha
M/6 anos – Duração aprox.: 15 minutos (Sessões contínuas).

A senhora Lupierre é uma daquelas experiências que não vão deixar ninguém indiferente.
A mais bela e trágica história, jamais contada. Três personagens cheios de amor e magia interagem, de uma forma harmoniosa, recriando ambientes de outros tempos, onde a proximidade, e o mistério estão presentes a cada momento.
Este micro teatro é o novo espectáculo de Miguelillo, em que Fridiano mata-borrão, acompanhado da sua inseparável Gláfido, apresentam o mais especial show que alguma vez sonharam.... Deixe-se seduzir por esta nova aventura mágica e entre no mundo da senhorita Lupierre.
Um novo conceito de show, que acontece dentro de uma velha roulote, onde só apenas 12 pessoas terão a sorte ou o azar de esbarrar ao vivo com esta bela história...

Direcção: Miguel Romero Luis | Assistente de Direcção: Leticia Delgado | Desenho e realização de cenografia: Leticia Delgado & Mónica Florensa | Guarda Roupa: Monica Florensa | Música original: Raúl Diaz de Dios | Agradecimentos: Lucas e Leticia


"Actividades complementares"

27 Quarta-feira | 19h | Auditório do Mercado do Livramento
Apresentação final da oficina prática de Cinema “O Terceiro Olhar”> Cia D’Artes
Brasil | Entrada livre

Após cinco dias intensivos de formação/prática os formandos vão apresentar um filme, a partir do tema que escolheram, onde serão entregues os certificados de participação. 












 SECÇÃO OFICIAL”
 

27 Quarta-feira | 22h | Parque do Bonfim
Farsas per Música> Teatro das Beiras
M/12 anos – Duração aprox.: 70 minutos

Farsas per música” é uma proposta de espectáculo sustentado no perfil de um teatro itinerante de “estrado” e ar livre, numa citação contemporânea do teatro barroco marcado por uma destacada intervenção musical inspirada na tradição do teatro musical burlesco. Construído numa abordagem do teatro no teatro onde os atores de hoje se revêem numa prática artística que é ao mesmo tempo um exercício de representação citando os seus antepassados companheiros de ofício. Este é um espectáculo a partir das farsas: Il Matrimónio Discorde e La Cantarina. Amores, ciúmes, seduções, dinheiro e fingimentos, são ingredientes de um teatro que está prestes a deixar cair as máscaras tipo da comédia del’arte para dar lugar a personagens com traços de carácter realista e rosto humano, anunciadores de mudanças sociais que chegariam com a Revolução Francesa. A aristocracia em decadência e a burguesia em ascensão disputando no palco os seus privilégios materiais e éticas morais num tom burlesco e poético capaz de provocar o olhar curioso e complacente do espectador do nosso tempo.

Texto: Carlo Goldoni | Encenação: Gil Salgueiro Nave | Interpretação: Adriana Pais, Marco Ferreira, Pedro Damião, Silvano Magalhães e Sónia Botelho | Cenários e Figurinos: Luís Mouro | Desenho de luz: Jay Collin | Fotografia: Paulo Nuno Silva | Sonoplastia: Hélder Filipe Gonçalves | Operação de som e luz: Jay Collin


SECÇÃO “MAIS FESTA” / Extra Concurso


À ESPERA DE PECÚNIA> Teatro Estúdio Fontenova
M/16 anosDuração aprox.: 35 minutos

Estamos sempre à espera. À espera de quê? De trabalho, salário? Há sempre alguma coisa para vir. Nunca sabemos o quê. O Futuro? Sempre à espera de algo. Há-de vir! A retoma? Sempre à espera. E eu? E nós? Não temos o direito a ser felizes? A mentira com que nos emprenham é uma esperança assassina. E enquanto esperamos pelas esperanças da esperança a utopia é um nado morto.


Acto performativo com humor, que pretende alertar para a situação socioeconómica em que nos encontramos e, em especial, a do meio artístico.
Temos que agir. Não podemos ficar adormecidos. O futuro faz-se hoje.

Texto: José Maria Dias, Leonardo Silva e Eduardo Dias | Interpretação: Eduardo Dias e Pedro Luzindro | Operação luz, som e vídeo: Leonardo Silva | Direcção: José Maria Dias | Produção executivo: Graziela Dias | Cartaz e Foto: Leonardo Silva | Modelos: Lucky e Messi

28 de Agosto | Quinta

SECÇÃO “MAIS FESTA” / A Concurso


28 Quinta-feira | 19h | Casa da Cultura - Sala José Afonso
TANGO UNIFORME> White Noise Teatro
M/12 anos – Duração aprox.: 25 minutos
  
«Eu já tinha desistido de ti, mas não consegui desistir de mim.»
Uma dança muda e crua, para dois homens, sobre memórias e certezas.
Conta-me uma história e dá-lhe um nome, um nome qualquer...
«O segredo para a felicidade é ter uma má memória.»


«White Noise Teatro é um colectivo de actores, encenadores e dramaturgos que têm em comum a Escola Superior de Teatro e Cinema. Tango Uniforme é a sua primeira produção.»

Texto: A. Branco | Interpretação: Ana Palma e Joana Liberal | Criação: Colectiva | Direcção: A. Branco | Desenho de Luz: Ana Palma | Execução Técnica: Susana Reis Silva | Produção: White Noise Teatro


SECÇÃO “MAIS FESTA” / A Concurso

28 Quinta-feira | 19h45 | Casa da Cultura - Sala José Afonso
PELEGO> Faísca Grupo de Teatro
M/16 anos – Duração aprox.: 15 minutos

No refeitório de uma fábrica industrial, dois trabalhadores conversam; vários trabalhadores desta fábrica planeiam uma greve, e há a desconfiança de que um deles é um pelego…
A palavra “pelego” é um termo cunhado no Brasil, que é sinónimo de “traidor dos trabalhadores”. Tendo surgido na época dos anos 30, a conotação pejorativa desta palavra encontra-se hoje em dia enraizada na cultura brasileira.

Surgimos da necessidade de estudantes universitários criarem o seu emprego e da necessidade que é a natureza do teatro: o encontro. Várias pessoas foram-se encontrando e desencontrando com este colectivo, e depois de quatro espectáculos, com o nosso 5º, Pelego, encontramos mais uma pessoa: João Pires. Venham encontrar-se connosco em Pelego.”

Texto: Hayaldo Copque | Criação e interpretação: Fábio Vaz e João Pires | Voz off: “Tia”, Isac Graça | Design e fotografia: Rita Justino | Vídeo: Vagalume Filmes


 SECÇÃO OFICIAL”


28 Quinta-feira | 22h | Fórum Municipal Luísa Todi
FATMA> Teatro dos Aloés
M/12 anos – Duração aprox.: 70 minutos

Fatma, a única personagem da peça, é mulher de limpeza num ministério e na Câmara de Argel. Um dia por mês o terraço do prédio onde mora pertence-lhe para estender a roupa. É um dia feliz de total liberdade. Fatma é uma mulher como as outras, que cruzamos na rua sem nada saber do seu destino, dos seus sofrimentos, das suas alegrias, ... Fatma incarna todas as mulheres do mundo, sufocadas, exploradas, amordaçadas com ou sem véu. Escrita em 1990 pelo dramaturgo Argelino M'Hamed Benguettaf, FATMA é um monólogo vigoroso sobre a fragilidade da Humanidade.

Depois de "Ensaio ou Café dos Artistas" que esteve também na edição anterior da Festa do Teatro, este é o segundo de três espectáculos do Ciclo M'Hamed Benguettaf.

Texto: M'Hamed Benguettaf | Tradução: Mário Jacques | Direcção: Elsa Valentim | Interpretação: Sofia de Portugal | Espaço Cénico: Ana Rocha de Sousa | Luz: Aurélio Vasques | Música: Rui Rebelo | Produção Executiva: Anabela Gonçalves | Produção: Teatro dos Aloés | Técnico: Mário Cruz Pereira


SECÇÃO “MAIS FESTA” / Extra Concurso

28 Quinta-feira | 23h30 | Casa da Cultura - Café das Artes /Pátio do Dimas
ILLUSION> Projecto Gog
M/6 anos Duração aprox.: 45 minutos

Dois actores desempregados constroem um espectáculo por encomenda para o qual não têm muito jeito, nem para escrever um texto, nem para cumprir os requisitos que as suas ideias delirantes impõem. Maneiras de estar diferentes criam aparentemente conflitos entre ambos, para além das aptidões, ou falta delas. Trapalhice atrás de trapalhice, o espectáculo vai-se desenrolando até ao grito de revolta e libertação final.
Conceito e Direcção: Carlos Curto | Guião: J. Iron | Interpretação: António Vaz Mendes e João Brás | Figurinos: Lucília Telmo | Grafismo: Gabriel Carrilho | Banda Sonora: Limo Busquet | Edição Vídeo: João Bordeira | Desenho de Luz: Marta B. | Operação Técnica: Carlos Curto | Produção: projecto GoG – 2014 | Apoio: Teatro Animação de Setúbal

29 de Agosto | Sexta

SECÇÃO “MAIS FESTA” / A Concurso

 29 Sexta-feira | 19h | Teatro de Bolso
BOM DIA! e outros pensamentos (Estreia) > Ricardo Campos
M/12 anos – Duração aprox.: 40 minutos

Entre quatro paredes invisíveis, um homem pensa que existe. Um homem novo diz BOM DIA!, ao mundo, ao amor e à arte. É uma voz desassossegada, crítica, que se ergue no silêncio, se descobre e se espanta com a vida.
Sabes quando as pessoas passam por ti e te são invisíveis?
Sabes quando os outros existem mas não te olham? Sabes?! Chegas a duvidar da tua própria existência.
Talvez o tempo seja assim, talvez a mais simples das amizades se dissipe e o síndrome global do esquecimento se apodere da Humanidade. [Ricardo Guerreiro Campos]

Ricardo Guerreiro Campos é licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e tem o Curso de Formação de Actores da Casa do Artista, trabalhando simultaneamente a complementaridade e a especificidade de cada uma destas áreas. Participou em exposições colectivas e individuais e interpretou e encenou alguns espectáculos.

Criação e interpretação: Ricardo Guerreiro Campos | Música Original: Tio Rex |
Apoio ao espectáculo: Mariana Canhão


 SECÇÃO OFICIAL”
 
29 Sexta-feira | 22h | Auditório da Escola Secundária Sebastião da Gama
Bandoleiros Cabaret> Jangada Teatro
M/12 anos – Duração aprox.: 65 minutos

Bem-vindos ao nosso Cabaret.
Um cabaret político anárquico, bem-humorado, provocante, poético e desbocado. Por ele passarão os bandoleiros do passado: Zé do Telhado, Boca Negra, as manas Genoveva e os ladrões do presente: Madame FMI e seus súbditos. Outros bandidos impunes desfilarão arrogantes: os assassinos das esposas, os marialvas e os adoradores da bola. Mulheres corajosas e servis, atrevidas e bandoleiras a desafiar o poder dos machos.
Tudo regado com inebriante música e ritmos tropicais executados pela nossa Banda de Renegados; vozes e sons do antigamente e do agora, a salivar o seu alegre veneno. Sem papas na língua, os nossos comediantes encarnarão os fora da lei ou receberão os espíritos dos mortos. Sentiremos hálito dos fantasmas e o fedor dos corruptos. O passado que retorna implacável e o presente sem futuro que nos atormenta. Sempre a rirmos das desgraças e a enaltecermos a transgressão, queremos sentir e dar prazer ao nosso público sedento de riso e de má-língua.

Texto: Filomena Gigante | Dramaturgia e Encenação: José Caldas | Interpretação: Alberto Fernandes, Luiz Oliveira, Magda Magalhães, Patrícia Ferreira, Pedro Oliveira, Rita Calatré, Vítor Fernandes e Xico Alves | Música Original: Alberto Fernandes | Coreografia: Hugo Romero e Carla Pinto | Cenografia e Figurinos: Cristina Lucas | Desenho de Luz: Nuno Tomás


"Actividades complementares"

29 Sexta-feira | 22h | Parque Urbano da Albarquel

Mestres do Cinema ao ar livre – Suds com Mary Pickford> Prima Folia e Made In

Café | A Mulher na Arte / Cinema | Entrada livre

M/3 anos – Duração aprox.: 75 minutos


Mestres do Cinema ao Ar Livre, são filmes de domínio público em espaços públicos para todas as famílias. As ruas tal como as obras de Arte são das pessoas, cabe-lhes usá-las e usufruir delas. Neste ciclo relembramos os consagrados Charlie Chaplin, Buster Keaton e Harold Lloyd, e, fazemos a justa homenagem a dois enormes vultos Femininos do Cinema. Mabel Normand e Mary Pickford, normalmente esquecidas ou relativizadas para segundo plano, de forma injusta tal como outras Mulheres noutras artes, tiveram uma preponderância enorme na história do Cinema. Recordamos assim a obra destas duas Mulheres, lembrando outras, que a “história” e as “retrospectivas” teimam em esquecer.

Amanda (Mary Pickford) é uma jovem pobre que trabalha numa lavandaria de Londres e é constantemente humilhada pela sua chefe, Jeanne Didier (Rose Dione). Constantemente as suas peripécias vão dar às maiores das confusões, e, apaixona-se por um cliente (Albert Austin). Embora os seus amigos achem que ela não tem hipóteses por ser de outra “classe”, ela persiste em sonhar com os dois juntos. 



SECÇÃO “MAIS FESTA” / Extra Concurso

29 Sexta-feira | 23h30 | Casa da Cultura - Café das Artes/ Pátio do Dimas
TABACARIA – Fernando em Pessoa> José Nobre
M/12 anos – Duração aprox.: 45 minutos

"Fernando, em Pessoa" Ao vasculhar no seu eterno baú, Fernando (re)descobre, por entre os seus próprios escritos, poemas de outros/as Pessoas. Debruça-se sobre a leitura de alguma da poesia de Álvaro de Campos, Alberto Caeiro e Ricardo Reis, descobre-lhes pontos em comum, sente-lhes o Desassossego e decide-se, contrariando o seu carácter tímido e introvertido, por uma divertida leitura em público.

Interpretação: José Nobre | Produção e fotografia: Mariana Dias | Apoios: TAS e Teatro Estúdio Fontenova

 


30 de Agosto | Sábado


SECÇÃO “MAIS FESTA” / A Concurso

30 Sábado | 19h | Teatro de Bolso
Passa Porte> A Prole
M/16 anosDuração aprox.: 80 minutos

O que é o ser humano sem barreiras? Se não existissem limites que demarcassem o que é seu, para ser mantido puro e inalcançável? O que é "ter" sem realmente "possuir"? Onde está a diferença entre esses termos? Será que só gostamos de explorar porque, usando das palavras do António Variações só estamos bem onde não estamos? E aqueles que por outro lado detestam a mudança, a diferença, aqueles que odeiam o verbo "mudar"? Passa Porte relata o momento particular em que o espaço de alguém é invadido pela estranheza da diferença. A estranheza no entanto, não será um produto pré-concebido pelo medo da mudança? E não poderá até, esse desafio de mudança, ser um motivador para que tudo se regenere?

A PROLE é uma estrutura e um meio artístico que surgiu na invisibilidade de um organismo maior, pela necessidade de aproximação pela arte, apenas corpo no corpo e palavras nascidas pela primeira vez. O Passa Porte é a primeira criação do núcleo d'A PROLE, composto por dois actores que se formaram na ESTC e por uma actriz que se formou na ESMAE.

Texto: Mário Abel e Ana Lúcia Magalhães | Encenação: Mário Abel | Interpretação: Ana Lúcia Magalhães e Miguel Rebelo | Fotografia: Marco Silva | Cartaz e grafismo: Flyp | Produção: A Prole



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30 Sábado | 22h | Auditório da Escola Secundária Sebastião da Gama
O decisivo na política não é o pensamento individual, mas sim a arte de pensar a cabeça dos outros (disse Brecht)”> Mala Voadora
M/16 anos – Duração aprox.: 50 minutos

O decisivo na política não é o pensamento individual, mas sim a arte de pensar a cabeça dos outros (disse Brecht). Situa-se entre, por um lado, o “espectáculo” como puro entertainment, tal como é entendido no âmbito de múltiplas práticas performativas e audio-visuais dirigidas às massas, e, por outro lado, o “espectáculo” como recurso de persuasão, tal como é entendido no âmbito da performance política. Trata da retórica subjacente às tomadas de posição políticas – às dos políticos em particular, mas também às dos indivíduos em geral. É sobre os artificialismos da construção e da manipulação das identidades políticas, ou também sobre os artificialismos da espectacularização de um qualquer conteúdo.
O espectáculo é baseado em alguns dos grandes discursos políticos da história, proferidos por líderes que foram determinantes para o que tem vindo a ser o destino do mundo (ou de Portugal em particular).

Direcção: Jorge Andrade | Colaboração: Pedro Gil | Vídeo: Itziar Zorita Aguirre | Interpretação: Jorge Andrade | Cenografia: José Capela | Som: Isabel Novais e Hugo Franco | Assistência: John Romão | Co-produção: Mala Voadora, Citemor, ZDB


SECÇÃO “MAIS FESTA” / Extra Concurso
 
30 Sábado | 23h30 | Casa da Cultura - Café das Artes/ Pátio do Dimas
CONCERTO> SARA VC & PEDRO BANZA
M/12 anos – Duração aprox.: 45 minutos

Partilhando a experiência de um intercâmbio de jovens no meio da Croácia, Sara Vc e Pedro Banza começaram por explorar os primeiros acordes, ainda por essas paradas, do que seria um projecto musical que ambos actualmente investem.
Com influências que vão desde o Blues e Soul, culminando na World Music, o projecto emerge da fusão entre temas pessoais da cantora Sara Vc com improvisos de Pedro Banza (guitarrista da banda Kalafate).
Com efeito, surgiram a criação de originais, onde se mesclam a guitarra, a percussão e voz como instrumentos sempre presentes.

31 de Agosto | Domingo

SECÇÃO “MAIS FESTA” / A Concurso


31 Domingo | 19h | Auditório da Escola Secundária Sebastião da Gama
DA INUTILIDADE (Estreia)> Tiago Bôto e Wagner Borges
M/16 anos Duração aprox.: 80 minutos

O fantasma deixou atrás de si um escritor inútil?
Actores inúteis?
Hoje há ainda necessidade de usar máscaras para dialogar com os mortos?
É de se temer que, ao abandonar a Europa, o fantasma confira um valor premonitório ao "homem no elevador", na busca desesperada da sua missão?

Tiago Bôto e Wagner Borges, ambos actores profissionais com percursos distintos, encontram-se pela primeira vez, numa criação conjunta.



Concepção e interpretação: Tiago Bôto e Wagner Borges

 SECÇÃO OFICIAL”

31 Domingo | 22h | Fórum Municipal Luisa Todi
Punk Rock> Artistas Unidos
M/16 anos – Duração aprox.: 100 minutos

A biblioteca de um liceu. Sete alunos aguardam o exame para completar o ano antes da Universidade. Uma peça de hoje em dia escrita por Simon Stephens que revelámos com Um Precipício no Mar.
A única coisa a dizer a favor da adolescência é que passa. Mas estes anos de dúvida existencial e vergonha, dor de amores não correspondidos, luxúria, ansiedade, são talvez os mais intensos que vivemos.
Simon Stephens capta a crueza, o humor e o desejo dos jovens e sugere que ser inteligente ou da classe média não oferece qualquer protecção contra invejas, problemas mentais ou a marginalização.

Punk Rock estreou em 2009 no Royal Exchange Theatre, em Manchester. Desde aí, têm-se seguido representações no mundo inteiro. Simon Stephens inspira-se no tiroteio de 1999 na Columbine High School (Colorado, EUA) para escrever Punk Rock.

Texto: Simon Stephens | Tradução: Joana Frazão | Interpretação: Ana Luísa Amaral, António Simão, Íris Macedo, Isac Graça, João Pedro Mamede, Marc Xavier, Pedro Gabriel Marques e Rita Cabaço | Cenografia e Figurinos: Artistas Unidos | Luz: Pedro Domingos | Apoio: Ginásio Clube Português | Assistentes de Encenação: Marc Xavier e Isac Graça | Produção Executiva: João Chicó | Encenação: Pedro Carraca


"Actividades complementares"

31 Domingo | Casa da Cultura - Zona Frontal da Casa da cultura

BAILE / CONCERTO> A Batalha do Modesto Camelo Amarelo | Entrada livre 

M/12 anos – Duração aprox.: 90 minutos


Uma guitarra e bandolim em Batalha, um percussionista Modesto, um Camelo na concertina e um trompete Amarelo originam "A Batalha do Modesto Camelo Amarelo". Este é um projecto musical que funde sonoridades distintas para a criação de um repertório de Danças Portuguesas e Europeias. Um concerto com as doses certas de energia e intimidade.

Uma viagem que nos leva de Portugal a França, Grécia, Estónia, Israel...para cada tema
Uma dança e muita alegria!

Trompete, Flautas, Voz: Manuel Amarelo | Guitarra, Bandolim, Voz: Miguel Batalha | Percussões: Nuno Costa (Pi) | Concertina: Vicente Camelo | Animadora de Baile/Monitora de dança: Leónia de Oliveira