segunda-feira, agosto 10, 2015

22 de Agosto

Sábado | 16h00 | Casa da Cultura - Café Sala José Afonso
LANÇAMENTO DE LIVRO > “Teatro” de Lucianno Maza com Leitura Encenada | Entrada livre
Lançamento do livro “Teatro” de Lucianno Maza, dramaturgo, encenador, crítico e curador teatral, pela primeira vez em Portugal. O livro, já editado no Brasil, reunirá os seguintes textos dramáticos: “Carne Viva”, a ser estreada no Festival; “Três T3mpos; “No meio do Caminho”; ”A Memória dos Meninos”; e, “Temporal”. Textos que, de alguma forma, lidam com os temas da memória-lembrança e da dor compartilhada entre amantes, desconhecidos, família ou em solidão.
A apresentação será levada a cabo por Luísa Monteiro (investigadora na área de literatura, escritora e encenadora). A leitura encenada contará com a direcção de Paulo Lage e a participação dos actores Cátia Terrinca, Guilherme Barroso, Sofia Baessa e Tiago Castro.


Sábado | 22h | Parque do Bonfim
Loa, Xácara e Bugiganga > Teatro das Beiras
M/3 anos – Duração aprox.: 55 minutos
Um teatro de todos os tempos.
A extensa obra teatral de Calderón de la Barca (1600-1681) é um legado cultural inalienável da humanidade e constitui ainda hoje um “material“ cénico motivador e inspirador, ocupando permanentemente um espaço peculiar na criação teatral contemporânea.
Calderón é seguramente um dos dramaturgos do Século de Ouro espanhol que mais destacadamente influenciou e contribuiu para a edificação da cultura europeia. Os géneros “maiores” como os dramas de honra ou os autos sacramentais, não ocultam a identificação deste genial dramaturgo com o chamado “teatro menor” ou “teatro breve”, donde retirámos os textos que estruturam este espectáculo; “As carnavalescas” e “As visões da morte”.
O teatro como festa, a “irracionalidade abstracta” onde o carácter sério das comédias mitológicas e autos sacramentais contrastam com a escrita de um teatro social, habitado por personagens do tipo popular que povoam as loas, xácaras e entremezes.
A festa burlesca, o riso, a censura, o mundo ao contrário, os rituais carnavalescos nos limites da transgressão; o teatro por dentro do teatro.

Encenação: Gil Salgueiro Nave | Cenários e figurinos: Luís Mouro | Desenho de luz: Jay Collin | Interpretação: Adriana Pais, Celso Pedro, Marco Ferreira, Miguel Telmo e Sónia Botelho.


Sábado | 23h30 | Casa da Cultura - Café das Artes /Pátio do Dimas
STAND UP > Pedro Luzindro
M/16 anos – Duração aprox.: 60 minutos
“Entre o Estado e a Parede”
Poderá o stand-up ser político? Deve!
Terei soluções para os nossos problemas?
Não!
Deverão aparecer no meu espectáculo?
Sim!
(Prometo galhofa da boa)

Formado em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema, tem desenvolvido trabalho em comédia através de vários meios de expressão: teatro, televisão e, mais recentemente, stand-up.
 

23 de Agosto

Domingo | 19h00 | Auditório da Escola Sebastião da Gama
A Menina é Má (Estreia) > Colectivo Sophiemarie (Associação Cultural No Man’s Land)
M/12 anos – Duração aprox.: 60 minutos
“A menina é má” reencontra, num excerto da obra Os Meus Sentimentos de Dulce Maria Cardoso, a figura do anti-herói no feminino. Num monólogo caracterizado pela manipulação em tempo real de sons e objectos (alguns em miniatura), a protagonista recria a seu belo prazer um universo próprio, amargo e quotidiano, mas pautado por muito sentido de humor. Intimista e envolvente, adaptável e móvel, “A menina é má” vai de encontro à linha performativa desenvolvida pelo Colectivo Sophiemarie.

Concepção e Criação: Sophie Pinto e Vanda Cerejo | Apoio Dramatúrgico: Filipa Leão e Tiago Bôto | Interpretação: Vanda Cerejo | Texto a partir de: Dulce Maria Cardoso


Domingo | 22h | Ginásio da Escola Secundária Sebastião da Gama
Misterman > Coprodução Culturproject e Artistas Unidos
M/16 anos – Duração aprox.: 65 minutos
Thomas sai todos os dias de casa para inspeccionar o comportamento dos habitantes da aldeia. Acredita poder erradicar o pecado, salvar o mundo e sentar-se ao lado de Deus. Desde a trágica morte de Edel, encontra-se escondido num depósito abandonado, rodeado da farda do pai e gravadores de fita magnética. Numa solidão impenetrável recria ritualmente cada passo desse dia fatídico numa tentativa desesperada de expiação.  
Com “Misterman”, Elmano Sancho venceu o Prémio para Melhor Actor de 2014, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores.
Projecto Apoiado por Governo de Portugal | Secretário de Estado da Cultura e DGArtes – Direcção-Geral das Artes

Autoria: Enda Walsh | Tradução: Nuno Ventura Barbosa | Encenação e Interpretação: Elmano Sancho | Cenografia e Figurinos: Rita Lopes Alves | Desenho de Luz: Alexandre Coelho | Espaço Sonoro: Pedro Costa | Assistente de Encenação: Luciana Ribeiro | Vozes: Andreia Bento, António Simão, Filipa Duarte, João Meireles, Jorge Silva Melo, Luciana Ribeiro, Mirró Pereira, Mónica Cunha, Nuno Miranda e Pedro Carraca.

24 de Agosto

Segunda-feira | 19h00 | Ritália & Bocage
CONVERSAS DE TEATRO > “A Identidade Afroportuguesa no Teatro” com LUCIANNO MAZA, ROGÉRIO DE CARVALHO e ZIA SOARES moderado por João Costa Dias | Entrada livre
foto de: Pauliana Valente Pimentel
As conversas de teatro manterão o seu destaque, explorando “A Identidade Afroportuguesa no Teatro” contando com Lucianno Maza (dramaturgo e encenador Afro-Brasileiro), Rogério de Carvalho (encenador português, n. em Angola), e Zia Soares (directora artística e actriz do Teatro GRIOT, n. em Angola).

Rogério de Carvalho frequentou o curso de Teatro/Formação de Actores de Teatro no Conservatório Nacional, onde também foi professor. Professor na Academia Contemporânea do Espectáculo obteve, por duas vezes, o Prémio de Crítica da Melhor Encenação. Em 2012 venceu o Grande Prémio da Crítica de Teatro, pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro. Tem também colaborado na encenação com a companhia de teatro Griot.

Zia Soares frequentou a licenciatura em Filosofia, FLUL, e mestrado em Artes Cénicas, FCSH, integrando também diversos cursos de dança e expressão dramática, nacional e internacionalmente. Participou em várias peças do Teatro Griot, entre elas: "Faz Escuro nos Olhos", vencedora do «Prémio VIDArte»; e, "As Confissões Verdadeiras de um Terrorista Albino", Melhor Espectáculo 2014 pelo Ípsilon. Tem trabalhado como encenadora, actriz e directora, no teatro e televisão (Teatro Praga, Plano6, Paulo Lage, RTP).

Lucianno Maza é autor, encenador e crítico brasileiro. Escreveu 15 peças, parte na Colecção Primeiras Obras - indicada ao Prémio Jabuti. Encenou textos de sua autoria e de Gabriela Mellão, Fernando Ceylão e Zen Salles, além de leituras de Paul Zindel, Rainer Werner Fassbinder e Sarah Kane, entre outros. Como crítico e curador participou nos principais festivais do Brasil e colaborou com diversas instituições. Escreveu também para grandes meios de comunicação nas áreas da cultura, moda e gastronomia.

25 de Agosto

Terça-feira | 22h | Ginásio da Escola Secundária Sebastião da Gama
NOSSA SENHORA DA AÇOTEIA > ACTA
M/14 – Duração aprox.: 60 minutos
Em meados dos anos 60 do século passado numa aldeia no Algarve litoral, quando aqui ainda eram pujantes a faina, a indústria da conserva de peixe e os homens e mulheres viviam do e para o mar. Os turistas encetavam as primeiras incursões ao Algarve e tinha já começado a guerra colonial. A peça revela-nos encadeadas sequências de condenações diversas, narradas por uma personagem do tempo dos nossos avós. Fala-se de um outro tempo de uma outra memória. O que a personagem diz é em muitas ocasiões risível, mas é colectivamente trágico; assim como é em muitas ocasiões trágico, mas colectivamente risível. É a vida!

Texto: Luís Campião | Criação e Interpretação: Luís Vicente | Execução Cénica: Tó Quintas | Participação especial: Jeannine Trévidic | Desenho e operação de Luz: Octávio Oliveira

26 de Agosto

Quarta-feira | 22h | Fórum Municipal Luísa Todi
CARNE VIVA (Estreia) > Teatro Estúdio Fontenova
M/16 anos – Duração aprox.: 60 minutos
"Carne Viva", texto inédito do brasileiro Lucianno Maza com estreia absoluta e encenação do autor, conta a história de Uma Mulher, destituída de nome ou qualquer característica em especial; apenas a sua identidade de género que sobressai: a sua condição feminina. Esposa perfeita - ou que tenta aparentar tal perfeição – sempre a preparar algo para saciar a fome do seu marido, enquanto dentro de si uma ebulição acontece.
Ao receber um pedaço de carne para cortar em bifes, esta personagem do quotidiano, comum em muitas casas, adquire ares espectaculares, entrando num transe espiritual e carnal. Ela então acredita ser o próprio Jesus Cristo - aquele cuja carne foi perfurada violentamente e cujo corpo se come na eucaristia.
Misturando o sagrado da narrativa cristã ao profano do drama doméstico, a história discute o lugar ocupado pela mulher numa sociedade patriarcal, representada por um Deus masculino. Entre delírios e consciências da mente, Uma Mulher percorre diferentes momentos de sua vida, na busca pela liberdade da cruz social, a qual ela e tantas outras mulheres parecem condenadas.
Originalmente um monólogo, a encenação reúne em cena três intérpretes das linguagens do teatro, ballet e canto.

Texto e Encenação: Lucianno Maza | Assistente de Encenação e Desenho de Luz: José Maria Dias | Interpretação: Graziela Dias, Eduardo Dias e Sofia Crispim Rosado | | Voz-off (participação especial): Juliana Galdino | Vídeo, Fotografia, Operação Luz e Som: Leonardo Silva | Cenografia em Co-Criação: Lucianno Maza e Ricardo Guerreiro Campos | Figurino: Sara Rodrigues | Banda-sonora: Bruno Moraes | Make-up (criação): Raphael Henry | Cabelos: Luísa Mendão | Design Gráfico: Fernando Carvalho | Execução de Figurino: Sara Rodrigues e Gertrudes Felix | Apoio Linguístico: Patrícia Paixão | Produção Executiva: Sara Costa e Patrícia Paixão


Quarta-feira | 23h00 | Casa da Cultura - Café das Artes – Pátio Dimas
(Re)cantos à estreia com Moscatel
E depois de uma estreia, o que sabe bem? Um moscatel setubalense! Para descontrair e alegrar os ânimos… entre actores, técnicos e toda uma equipa dedicada. E quem mais? O público, sem o qual não poderíamos partilhar o nosso trabalho. Ah… que bem sabe este moscatel!

sexta-feira, agosto 07, 2015

27 de Agosto

Quinta-feira | 19h00 | Auditório da Escola Secundária Sebastião da Gama
ARMAZÉM 33> Armazém Malier Teatro
M/12 anos – Duração aprox.: 60 minutos
Armazém 33 é um espaço que permite o jogo entre a realidade e o sonho. A vida de três fiéis de armazém é posta a descoberto, vista pelo microscópio, através da pantomina e da técnica da máscara. Os seus medos e anseios, as suas alegrias e conquistas revelam-se quando um acontecimento inesperado rompe a rotina das suas vidas. Os caminhos de cada um deles cruzam-se e as memórias daquilo que foi, do que poderia ter sido e a possibilidade do que poderá vir a enriquecem este universo fantástico, sedento de futuro.

Criação Colectiva e Interpretação: Mara Guerreiro, Marco Trindade e Sérgio Maciel | Co-encenação: Joana Chandelier | Co-produção: Viagem Teatro, Terceira Linha | Espaço Cénico e Figurinos: Viagem Teatro | Desenho de Luz: José Pedreira | Fotografia de Cena: Fernando Dinis | Colaboração Musical: Fernando Dinis


Quinta-feira | 22h | Ginásio da Escola Secundária Sebastião da Gama
NO LIMITE DA DOR > Lendias D’Encantar
M/12 anos – Duração aprox.: 60 minutos
“No Limite da Dor” é, originalmente, um programa de rádio da Antena 1/RDP, da autoria de Ana Aranha. Nele se ouviram relatos feitos na primeira pessoa por ex-presos políticos que haviam sido presos e torturados pela PIDE/DGS. Carlos Ademar e as Edições Parsifal juntaram-se ao projecto com a edição do livro e finalmente a LdE em parceria com o Teatro D’Dos (Cuba), sob a direcção artística de Julio Cesar Ramirez, cria o espectáculo que agora apresenta.
No Limite da Dor é uma peça que colocamos nas mãos do espectador actual, sobretudo pela importância de dar a conhecer e suscitar o debate, sobre as situações colocadas pelas personagens. São, sem dúvida, dados importantes para que possamos preservar uma memória colectiva, sobre acontecimentos tão dramáticos vividos pelo povo Português.

A partir do livro: “No Limite da Dor”, de Ana Aranha e Carlos Ademar | Encenação: Júlio César Ramirez | Interpretação: Ana Ademar, António Revez, Marisela Terra | Cenografia: Júlio César Ramirez | Figurinos, Grafismo e Fotografia: Ana Rodrigues | Banda sonora: João Nunes e participação de Fernando Pardal | Desenho de luz e sonoplastia: Ivan Castro | Operação de luz e som: Ivan Castro | Construção de cenário: Ivan Castro, Ana Rodrigues | Produção executiva: Rafael Costa


Quinta-feira | 23h30 | Pátio Dimas
METAMORFOSE AMBULANTE > Circus VagaBunt
M/6 anos – Duração aprox.: 30 minutos
A “Metamorfose Ambulante” é uma performance de Clown Absurda e Interactiva com o público, partilhada através da mímica e manipulação de objectos.
O Clown viajante está ansioso por demonstrar ao público uma performance poético sobre a sua génese. Está tudo preparado, mas ainda faltam 5min. O que fazer durante este tempo? Quanto tempo dura o tempo?

Criação e Interpretação: Leo Lobo | Participação Musical: Vicente Camelo

28 de Agosto

Sexta-feira | 19h00 | Ritália & Bocage
CAFÉ SIMÉTRICO, VISTO PELA ASSIMETRIA DOS PENSAMENTOS DELA (Estreia) > Tânia Alexandre
M/12 anos – Duração aprox.: 40 minutos
Madalena tem uma missão, observar este café, tudo o que nele encontra, e tentar percebe-lo. O que não esperava era que, ao pensar nele, fizesse uma viagem às suas memórias, pensamentos e emoções. Pensava ela que essas memórias estivessem guardadas na simetria do seu pensamento, contudo, encontra-se mergulhada nelas e percebe que a máscara que usa na vida não está assim tão segura. Afinal, a fuga para este café, aparentemente simétrico, é constante e mais fácil do que perceber a assimetria da sua alma.

Encenação: Tânia Alexandre | Texto: Tânia Alexandre | Interpretação: Tânia Alexandre


Sexta-feira | 22h | Fórum Municipal Luísa Todi
QUEM ME DERA SER ONDA > Companhia João Garcia Miguel
M/12 anos – Duração aprox.: 60 minutos
Editado em 1982, “Quem me Dera Ser Onda” é o primeiro romance de Manuel Rui e conta a história de uma família que vive num prédio onde é proibido ter animais. Contrariando essa regra, o pai, Diogo, decide levar às escondidas um porco para a varanda de casa, com o intuito de o engordar para a matança do Carnaval. Mas Zeca e Ruca, os filhos de Diogo, acabam por se afeiçoar ao bicho. Dão-lhe um nome, brincam com ele, põem-no a ouvir rádio e entre diversas tramas e planos para escondê-lo dos moradores e do administrador, Zeca e Ruca, fazem de tudo para impedir o trágico destino que espera o animal.
Uma bela e tocante história de como uma amizade entre duas crianças e um porco pode mudar a vida de tanta gente em que uma história aparentemente simples, quase infantil, aborda temas sérios presentes na sociedade angolana, após a independência: as consequências da guerra, a condição humana, as classes sociais, a corrupção, os preconceitos, a liberdade.

Texto original: Manuel Rui | Encenação: João Garcia Miguel | Interpretação: Sara Ribeiro


Sexta-feira | 22h | Parque Urbano da Albarquel
"SHERLOCK JR." de Buster Keaton, p/b, 1926
M/6 anos – Duração aprox.: 45 minutos
Um projeccionista (Buster Keaton) estuda para ser detective e está apaixonado por uma rapariga. Quando a pede em casamento, o seu rival rouba a corrente do relógio do pai da amada e incrimina-o. O projeccionista desapontado regressa ao trabalho, e, enquanto projecta um filme, adormece. Ele sonha que é o detective Sherlock Jr., o segundo maior do mundo, e, que está a investigar o roubo. 




Sexta-feira | 22h | Sesimbra - Cine Teatro João Mota
MANHÃS DE... QUIETUDE > Teatro dos Aloés
M/12 anos – Duração aprox.: 80 minutos
Quatro horas da manhã. Um raio de luz acaba de poisar sobre a janela do Café da Paz. Alguns transeuntes saúdam Salah, o dono do café, que arranja as suas pequenas mesas. A cidade acorda... e revela-se. Porque através dos olhos de Salah é todo um painel da vida popular de uma grande cidade que desfila sobre um fundo de quietude. Moussa o professor; Mahmoud, o músico; Kheira, a eterna “noiva” e Ammi Moktar, seu pai sempre à espreita; o velho Hocine, que repara rádios; a pobre Houria que vê os filhos desaparecerem uns atrás dos outros.
Com muita ternura e poesia M'Hamed Benguettaf levanta por meias palavras um retrato trágico-cómico do seu País visto através do quotidiano de um povo que tenta preservar o essencial: a sua fé no futuro graças à sua juventude.

Texto: M’ Hamed Benguettaf | Tradução: Mário Jacques | Encenação: José Peixoto | Interpretação: Jorge Silva | Cenário e Figurinos: Marta Carreiras | Desenho de Luz: José Carlos Nascimento | Música: Miguel Tapadas | Sonoplastia: Pedro Carvalho | Design Gráfico: Rui A. Pereira | Fotografia: Anabela Gonçalves | Produção Executiva: Anabela Gonçalves, Daniela Sampaio | Produção: Teatro dos Aloés

  
Sexta-feira | 23h30 | Casa da Cultura - Café das Artes/ Pátio do Dimas
BOCA DE CENA > Moniztico
M/12 anos – Duração aprox.: 60 minutos
Boca de Cena é um espectáculo multidisciplinar, de música, teatro e poesia, que convida o público a fazer uma viagem entre antípodas - desde o rap à música popular brasileira - propondo que estigmas e preconceitos se suspendam, dando lugar a uma nova linguagem comum.
Em cena, Moniztico acompanha-nos neste percurso, ilustrando na primeira pessoa uma metamorfose que, desde o processo de recolha de referências à sua dinâmica criativa original, logra a consagração de uma identidade artística.
Tendo a poesia como pedra basilar e com sustentáculo no seu trabalho discográfico homónimo "Boca de Cena", somos compelidos a revisitar o rap.
Acompanhados pelo próprio, Moniztico propõe que olhemos para dentro da ponte que vai da pessoa ao artista e do artista à pessoa e que testemunhemos cada um dos passos que o reinventaram num backstage muito íntimo e que o fazem chegar à boca de cena.

Criação Original: André Moniz e João Condeça | Encenação: João Condeça | Interpretação: André Moniz, Bernardo Gonelha | Músicos: David Enock e Zé Zambujo | Participação Especial: Kim Ostrowskij, Pedro Zlátan | Cenografia: Ricardo Guerreiro Campos | Coreografia: Sofia Crispim Rosado | Sonoplastia: Tiago Cruz (Môços do Beco) | Produção: André Moniz & Bêco | Assistente de Produção: João Condeça